terça-feira, 26 de abril de 2011

Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros

Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos;



Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%. Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26 de maio), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP).




Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF. De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.




O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade. “Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.





Leia mais em:




FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE


Postado Por: Mykaelle Costa

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão (26 de Abril)

Nesta terça-feira, 26, é realizado o Dia Nacional do Combate à Hipertensão e a Sociedade Brasileira de Cardiologia, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde de vários lugaes do Brasil, promove a campanha "Eu sou 12 por 8", para conscientização e prevenção da hipertensão. Para combater este mal, que atinge cerca de 20% da população adulta do país, serão realizados vários eventos, com aferiação de pressão, palestras e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.Segundo a SBC, quem não mantém hábitos alimentares saudáveis, ingere muito sal, não faz atividades físicas, ingere muita bebida alcólica, é diabético ou tem histórico de familiares hipertensos tem mais propensão a desenvolver a doença. Mesmo quem tem pressão arterial controlada tem 50% a mais de chance de desenvolver o problema após os 55 anos.




Para se ter uma ideia, a pressão alta é a porta de entrada de vários outros males. Infarto do coração, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e renal e impotência sexual são apenas algumas das complicações decorrentes da hipertensão. Segundo a Organização Mundial de Saúde, quem é hipertenso e não faz o controle adequado pode ter uma redução na expectativa de vida de até 16 anos e seis meses.Um estilo de vida saudável, com atividade física regular, controle do peso, alimentação equilibrada, medições de uso constante, segundo prescrição, e acompanhamento médico periódico são importantíssimos para que a pressão arterial esteja sempre controlada.



LEI Nº 10.439, DE 30 DE ABRIL DE 2002.




Institui o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:




Art. 1º É instituído o "Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial", a ser comemorado anualmente no dia 26 de abril, com o objetivo de conscientizar a população sobre o diagnóstico preventivo e o tratamento da doença.




Art. 2º Na semana que antecede ao dia fixado no art. 1º, o Ministério da Saúde é autorizado a desenvolver, em todo o território nacional, campanhas educativas de diagnóstico preventivo da hipertensão arterial e de doenças cardiovasculares em geral.




Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 30 de abril de 2002; 181º da Independência e 114º da República.




FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Barjas Negri
D.O.U. de 2.5.2002




Fonte: www.planalto.gov.br



Postado Por: Mykaelle Costa

quarta-feira, 30 de março de 2011

Alho ajuda a combater a pressão alta

Um estudo da Universidade de Adelaide, na Austrália, comprovou que o alho pode ser bom contra a pressão alta. A pesquisa envolveu 50 pessoas e durou 12 semanas. Mas a melhora no quadro da pressão está no extrato de alho envelhecido, ingerido na forma de cápsulas. Ingerido com a comida, o alho perde seu efeito porque o ingrediente responsável pela redução da pressão arterial desaparece.

O suplemento do alho envelhecido age como uma arma contra a pressão sanguínea, pois atua de forma benéfica no fluxo sanguíneo.

O alho é considerado um alimento benéfico para a saúde há muito tempo. Os praticantes da medicina indiana Ayurveda conhecem há séculos seus benefícios. Além de agir contra a pressão alta, o bulbo tem capacidade anti-inflamatória, anti-oxidante, anti-cancerígena, anti-asmática e anti-microbiana.



Postado Por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 28 de março de 2011

Conheça o Projeto Hipertensão em Idosos: Capacitando Cuidadores


Um projeto de extensão que tem por objetivos:

- Capacitar cuidadores em relação aos cuidados e procedimentos na atenção ao idoso com hipertensão;

- Elaborar material educativo de apoio à capacitação dos cuidadores de idosos com hipertensão;

- Divulgar informações inerentes à hipertensão no âmbito da saúde coletiva;

Este projeto se iniciou após estímulo do Ministério da Saúde, que através de sua secretaria de comunicação, postou comentário em resposta a uma postagem sobre hipertensão arterial no blog desenvolvido pela equipe de acadêmicos da Faculdade Leão Sampaio - FALS no ano de 2010. Os membros da equipe, entusiasmados com a repercussão do blog, procuraram o professor orientador e iniciaram este projeto.

Diante do aumento da população de idosos e considerando que esta população apresenta alto índice de hipertensão arterial sistêmica, torna-se necessário ações que favoreçam a prevenção de complicações e de sequelas ocasionadas pelo distúrbio.

Frequentemente, pessoas idosas dependem de cuidados desenvolvidos por familiares ou outros cuidadores. Em vista disto, considera-se estratégico a capacitação dos cuidadores, especialmente no que se refere à compreensão da doença, suas complicações, tratamento medicamentoso e mudança de estilo de vida.

Este projeto, através da capacitação de cuidadores, visa a melhorar a qualidade de vida de idosos com hipertensão.

* A parte prática será iniciada no mês de abril de 2011.

Alunos participantes:

- Mykaelle Costa

- Mônica Kallyne Portela

- Ana Carolina Linhares

- Emerson Oliveira

- Mayara Amanda

- Emanuelly Vieira

- Paula Mikaele

- Dianne Suêrda

Professores envolvidos:

Flávio Furtado de Farias

Alessandra Bezerra de Brito






Acompanhe os detalhes desse projeto, que está sendo realizado na cidade do Crato-CE, região do Cariri, no blog: Projeto Hipertensão em Idosos (http://hipertensaocratoidosos.blogspot.com/)


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Campanha do Ministério da Saúde: Sem Camisinha não dá!

CARNAVAL CHEGANDO E AÍ VAI UM ALERTA PARA OS JOVENS.....

USE CAMISINHA!!!!!

Postado por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

UECE - Universidade Estadual do Ceará - desenvolve primeira vacina vegetal no mundo para combate ao vírus da dengue

Foi produzida por pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (Uece) a primeira vacina de origem vegetal no mundo. Segundo a professora Isabel Florindo Guedes, bioquímica responsável pela pesquisa, o processo é totalmente pioneiro: “até o momento nenhuma vacina no mundo tinha sido produzida à base de planta”, ressalta. Aliado a esse pioneirismo, a vacina busca atender uma necessidade cada vez maior da sociedade, que é o combate à dengue. Atualmente, a dengue é a arbovirose mais comum que atinge o homem, sendo responsável, segundo Organização Mundial de Saúde por cerca de 100 milhões de casos/ano em população de risco de 2,5 a 3 bilhões de seres humanos. Neste caso, a nova tecnologia, a primeira de origem vegetal, deverá combater os quatro tipos de manifestação do vírus, incluindo o hemorrágico.

O feijão de corda (Vigna unguiculata) foi o vegetal utilizado no procedimento para produção de antígenos para combater o vírus da dengue. No processo, os cientistas injetaram genes do vírus na planta, a qual desenvolveu as proteínas anticorpos capazes de gerar as defesas do organismo. A partir daí, os antígenos foram isolados, podendo então ser aplicados em forma de vacina. De acordo com os pesquisadores, uma única planta pode gerar até 50 doses de vacina. As vantagens da vacina desenvolvida pelos pesquisadores da Uece são inúmeras, dentre elas, o seu método inovador de produção, baixo custo e redução de reações alérgicas, comuns nas vacinas desenvolvidas em métodos tradicionais, que utilizam organismos vivos e vírus atenuados.

Os resultados obtidos através de testes em camundongos foram positivos; os animais passaram a produzir anticorpos protetores contra a dengue. O próximo passo é iniciar testes clínicos em seres humanos. Para Isabel Guedes, “é necessário desenvolver drogas eficientes no combate à dengue. Essa é uma preocupação mundial. Além disso, o custo de prevenção pode ser menor do que os tratamentos convencionais de pacientes infectados”, destaca.

A Uece protegeu a pesquisa por meio do seu Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), através de depósito de pedido de patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Neste momento, o NIT e a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica do Ceará (Redenit-CE) estão trabalhando na transferência desta tecnologia para o mercado, a fim de que a vacina possa ser produzida em escala industrial e beneficiar, assim, a população.

Postado por: Mykaelle Costa


Saiba mais:
Contatos: Profa. Isabel Guedes 3101.9822
Assessoria de Imprensa da UECE

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Hérnia de Hiato

A hérnia de hiato caracteriza-se por uma fraqueza do músculo diafragma. Este músculo divide o abdómen do tórax, e é por um espaço neste músculo, conhecido por hiato esofágico, que o esófago penetra na cavidade abdominal. Devido ao alargamento deste espaço, uma parte do estômago desliza em direcção ao tórax, o que se denomina hérnia de hiato.
O maior inconveniente que a hérnia de hiato traz aos pacientes é a sua relação com o refluxo gastroesofágico. O refluxo se caracteriza pelo retorno do conteúdo do estômago (suco gástrico e alimentos) para o esófago. Como a mucosa (revestimento interno) do esófago não está preparada para receber este tipo de conteúdo, já que este é muito ácido, ocorre uma inflamação do esófago, conhecida como esofagite.

O tratamento da hérnia de hiato pode ser clínico ou cirúrgico, na dependência do tamanho da hérnia de hiato e da intensidade do refluxo gastroesofágico.



Numa hérnia do hiato por deslizamento, a ligação entre o esôfago e o estômago e também uma porção deste, que normalmente estão por baixo do diafragma, protraem para cima dele.
Numa hérnia do hiato paraesofágica, a ligação entre o esôfago e o estômago está na sua posição normal por baixo do diafragma, mas uma porção do estômago é empurrada para cima até atravessar o diafragma e situar-se ao lado do esôfago.
A causa da hérnia do hiato é normalmente desconhecida. Pode tratar-se duma deficiência congênita ou ser consequência duma lesão.
Saiba mais....

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ÚLCERA PÉPTICA - ÚLCERA DO ESTÔMAGO E ÚLCERA DO DUODENO


A
úlcera é uma solução de continuidade, uma perda de substância. A úlcera do estômago ou duodeno é geralmente redonda ou oval com cerca de 5 - 10 mm de diâmetro. A base da úlcera constituída por fibrina é esbranquiçada.












A úlcera do estômago e a úlcera do duodeno são doenças crónicas, recorrentes, se não forem submetidas a tratamento curativo. A úlcera aguda tem particularidades totalmente diferentes e é mencionada nas gastropatias
A identificação, por dois australianos, Warren e Marshall, em 1983, duma bactéria no estômago, o Helicobacter pylori ( Hp ) modificar radicalmente os conceitos que até essa data tínhamos sobre a úlcera do estômago e do duodeno.
A erradicação do Hp, nos doentes com úlcera do estômago ou do duodeno é acompanhada de significativa redução, ou mesmo abolição, das recorrências ( recidivas ) da úlcera. Por isso, dizemos hoje, que conhecemos a cura definitiva da úlcera do estômago e da úlcera do duodeno. A úlcera deixou de ser considerada uma entidade de causa desconhecida para passar a estar associada a dois factores etiológicos bem definidos: uma bactéria, o Helicobacter pylori, e os anti-inflamatórios não esteróides ( AINE ). Outros factores para além do H. pylori e dos AINE terão um papel mais ou menos importante mas, ainda mal definido: secreção ácida, factores genéticos, álcool, habito de fumar, e outros.
Nenhum estudo provou que haja uma acção directa dos factores psicológicos, no aparecimento da úlcera crónica do estômago ou do duodeno.

Quais as causas da úlcera do estômago e do duodeno ?

1 - Mais de 90% ( 90% a 100% ) das úlceras do duodeno e cerca de 70% ( 60% a 80% ) das úlceras do estômago estão associadas ao Helicobacter pylori e curam definitivamente, na maior parte dos casos, quando este é erradicado do estômago.
2 - Os anti-inflamatório não esteróides ( AINE ) estão associados a menos de 5% das úlceras do duodeno e a cerca de 30% das úlceras do estômago
3 - Menos de 1% das úlceras do estômago e do duodeno estão relacionadas com causas raras como o síndrome de Zolliger-Ellison, a doença de Crohn, a tuberculose etc. ou têm causa desconhecida.

Como se manifesta a úlcera do estômago e do duodeno ?:

A dor localiza-se na parte alta e central do abdómen, o epigastro ou região epigástrica, daí chamar-se dor epigástrica. A dor surge por crises, com frequência 1 a 3 horas depois das refeições, dor de vacuidade, por vezes acorda o doente durante a noite e, com frequência, acalma com a ingestão de alimentos ou antiácidos. A dor é o sintoma mais frequente mas a úlcera gástrica ou duodenal pode não causar qualquer sintoma ou manifestar-se por outras queixas dispépticas: desconforto no epigastro, enfartamento, náuseas, vómitos ou distensão. A úlcera do estômago e duodeno pode causar hemorragia que se manifesta por anemia ou que se manifesta por perda evidente de sangue pela boa ( hematémese ) e/ou pelo ânus ( melenas ). Outra complicação da úlcera do estômago ou duodeno é a perfuração da parede do estômago ou duodeno, dando origem a uma inflamação do peritoneu ( peritonite ) que terá que ser resolvida pela cirurgia.


Como se faz o diagnóstico ?:

A endoscopia tornou-se o método de eleição para demonstrar a existência da úlcera. A radiologia do estômago e duodeno mesmo com duplo contraste é hoje uma técnica pouco utilizada. Admite-se que a endoscopia possa fazer um diagnóstico correcto em mais de 95% das úlceras. A úlcera do estômago deve sempre ser biopsada para se ter a certeza que não é um cancro do estômago ulcerado. Essa certeza deve ser confirmada com nova endoscopia e biopsia 4 a 6 semanas depois. Estes cuidados não se justificam para a úlcera do duodeno que nunca é um cancro ulcerado.

Como se trata a úlcera do estômago e do duodeno?:

Não tem indicação nenhuma dieta com restrição deste ou aquele alimento, nem se deve utilizar o leite como tratamento. Esta prática seguida durante mais de um século continuou a ser praticada, durante mais de 50 anos, depois de se ter demonstrado a sua inutilidade.

Nas úlceras associadas ao Helicobacter pylori, que são a quase totalidade das úlceras do duodeno e a maior parte das úlceras do estômago, o médico faz o tratamento durante 1 ou 2 semanas com um medicamento anti-secretor ( que inibe a secreção de ácido no estômago ), associado a dois antibióticos ( terapêutica tripla porque é feita com 3 medicamentos). Se depois deste tratamento o helicobacter foi erradicado podemos dizer que a úlcera está curada.

Nas úlceras sem Helicobacter pylori, associadas aos anti-inflamatórios o médico emprega os anti-secretores durante 4 a 8 semanas e depois, como prevenção, sempre que forem utilizados os anti-inflamatórios.

Nos casos raros em que a úlcera não está associada ao helicobacter ou aos anti-inflamatórios utilizam-se os anti-secretores sempre que for necessário.

O tratamento cirúrgico da úlcera do estômago e do duodeno que, durante um século - 1870 a 1970 - foi considerado o tratamento de eleição, perdeu peso quando na década de 70 apareceram os primeiros anti-secretores, os antagonistas dos receptores H2 ( H2RA ) e reduziu-se quase a zero, com a descoberta do Helicobacter pylori, depois de 1983. O tratamento cirúrgico da úlcera é hoje raro e, apenas reservado, a algumas complicações: alguns casos de hemorragia, perfuração e estenose.

A úlcera do estômago pode transformar-se em cancro?:

Durante muitos anos acreditou-se que a úlcera benigna do estômago podia evoluir para cancro. Essa noção, sabemos hoje que não é verdadeira, mas, pode acontecer que um cancro do estômago se apresente com o aspecto endoscópico de úlcera benigna. Por isso, a úlcera do estômago é sempre biopsada para se ter a certeza de que não se trata dum cancro. O médico que faz a endoscopia, quase sempre pode, pelo aspecto da base e dos bordos da úlcera prever se a úlcera é benigna ou se é um cancro mas, para ter a certeza absoluta, colhe alguns fragmentos da úlcera para serem observados ao microscópio por um médico patologista. E para não haver nenhum engano recomenda-se fazer nova endoscopia 4 a 6 semanas depois.

Este problema da malignidade da úlcera do estômago não se coloca a propósito da úlcera do duodeno. Por esse motivo não se biopsam as úlceras do duodeno.




postado por; EDGLER C.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Esquistossomose


A esquistossomose é causada por platelmintos da classe Trematoda. Estes ocorrem em diversas regiões do mundo sendo que, no Brasil, o responsável pela doença é o Schistossoma mansoni. Este tem a espécie humana como hospedeiro definitivo, e caramujos de água doce do gênero Biomphalaria, como hospedeiros intermediários.

Pessoas contaminadas permitem com que outros indivíduos adquiram a doença ao liberar ovos do parasita em suas fezes e urina, quando estas são depositadas em rios, córregos e outros ambientes de água doce; ou quando chegam até estes locais pelas enxurradas.

Na água, a larvas - denominadas miracídios - são liberadas e só continuam seus ciclos de vida se alojarem-se em caramujos do gênero Biomphalaria. Estes possuem como característica principal concha achatada nas laterais e de cor marrom-acinzentada.

As larvas, agora denominadas cercárias, se desenvolvem e são liberadas na água. Em contato com a pele e mucosa humanas, penetram no organismo e podem causar inflamação, coceira e vermelhidão nessas regiões. Lá, se desenvolvem, reproduzem e eliminam ovos a partir de veias do fígado e intestino, obstruindo-as.

Os sintomas, quando aparecem, surgem aproximadamente cinco semanas após o contato com as larvas.

Na fase aguda (a mais comum), a doença se manifesta por meio de vermelhidão e coceira cutâneas, febre, fraqueza, náusea e vômito. O indivíduo pode, também, ter diarréias, alternadas ou não por constipações intestinais.

Na fase crônica, fígado e baço podem aumentar de tamanho. Hemorragias, com liberação de sangue em vômitos e fezes, e aumento do abdome (barriga d’água) são outras manifestações possíveis.

O diagnóstico é feito via exames de fezes em três coletas, onde se verifica a presença de ovos do verme; ou por biópsia da mucosa do final do intestino. Há também como diagnosticar verificando, em amostra sanguínea, a presença de anticorpos específicos.

O tratamento é feito com antiparasitários, geralmente em dose única.

A prevenção consiste em identificação e tratamento das pessoas adoecidas, saneamento básico, combate aos caramujos, e informação à população de risco. Evitar contato com água represada ou de enxurrada e usar roupas adequadas ao entrar em contato com água suspeita de estar infectada são medidas individuais necessárias.




posatado por: EDGLER C.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Preconceito é tema central da campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids 2010



O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão fez hoje, em Brasília, o lançamento da campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids 2010. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que recebeu o Prêmio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids para a Liderança, concedido pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids – UNAIDS. O prêmio foi entregue pelo Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé.

A campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids 2010 tem como tema central o preconceito. Os 15 jovens soropositivos, protagonistas da campanha ao lado de 12 artistas nacionais, estavam presentes ao lançamento.

“O preconceito é a mais danosa das doenças”, afirmou o presidente Lula, ao lembrar que ele próprio já foi vítima de preconceito e sabe o mal que ele faz. Lula destacou o reconhecimento feito pela Organização das Nações Unidas pelo trabalho do Brasil na luta contra a aids. “Precisamos quebrar as barreiras que impedem milhões de pessoas de terem acesso aos medicamentos”, disse, destacando o trabalho do Brasil na África, com a construção de uma fábrica de antiretrovirais em Moçambique, que irá transferir tecnologia para a produção de medicamentos àquela população.

Para Temporão, os expressivos avanços do Brasil na luta contra a aids só é possível graças à existência de um sistema universal de saúde no Brasil. “Aqui temos o SUS, através do qual conseguimos garantir o tratamento universal e igualitário a todos os portadores de HIV/Aids no país”, observou.

Boletim epidemiológico
Resultado do Boletim Epidemiológico Aids/DST 2010, divulgado nesta quarta-feira (1º de dezembro) pelo Ministério da Saúde, reforça tendência de queda na incidência de casos de aids em crianças menores de cinco anos. Comparando-se os anos de 1999 e 2009, a redução chegou a 44,4%. O resultado confirma a eficácia da política de redução da transmissão vertical do HIV (da mãe para o bebê). Mas, em relação aos jovens, pesquisa inédita aponta que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV.

O levantamento feito entre jovens, realizado com mais de 35 mil meninos de 17 a 20 anos de idade, indica que, em cinco anos, a prevalência do HIV nessa população passou de 0,09% para 0,12%. O estudo também revela que quanto menor a escolaridade, maior o percentual de infectados pelo vírus da aids (prevalência de 0,17% entre os meninos com ensino fundamental incompleto e 0,10% entre os que têm ensino fundamental completo).

Fonte: Ministério da Saúde

Postado por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BEXIGOMA!.Você sabe o que é?

Uma palavra estranha que surgiu em minha vida!.Buscando algumas fontes sobre o significado de tal palavra,conseguir alguma informação que dizia assim:Abdome globoso, com presença de massa ocupando o mesogástrio e abdome inferior, indolor, consistência elástica, fixa e de superfície lisa.Não apresenta sintomas urinários e outros problemas de saúde.

Fonte:


Se vocês blogueiros tiverem mais informações a respeito do significado dessa palavra por favor entre
em contato conosco!.

Obrigada pelas visitas!

Postado por:Ana Carolina

terça-feira, 23 de novembro de 2010


Pacientes com colite ulcerativa grave, doença de Crohn, câncer de cólon ou trauma intestinal freqüentemente necessitam da criação cirúrgica de uma abertura, a partir da superfície corpórea até o trato intestinal, a fim de permitir a eliminação das fezes da porção intacta do intestino. Quando todo cólon, reto e ânus são removidos, é feita uma ileostomia ou abertura dentro do íleo. Se somente o ânus e o reto são removidos, uma colostomia pode oferecer acesso ao cólon. Em alguns casos, uma abertura temporária é feita para permitir cirurgia e cura de partes mais distais do trato intestinal.
Estes procedimentos podem provocar eliminação de fezes em consistência líquida. Para evitar os desconfortos prováveis é importante o cuidado com a alimentação.
Os pacientes submetidos a este tratamento devem receber algumas suplementações vitamínicas, principalmente de vitamina B12. Para desfrutar normalmente da alimentação e ter maior conforto, são necessários alguns cuidados, que irão sendo liberados com o passar do tempo. É importante evitar alimentos que produzem gases, além de utilizar alimentos pobres em resíduos para evitar a diarréia.
Constipação: e se o intestino não funcionar?
Não havendo nenhuma obstrução no ostoma, o intestino do colostomizado deve funcionar uma ou duas vezes ao dia. Se isto não acontecer, alguns alimentos ricos em fibras poderão auxiliar o funcionamento intestinal.






postado por :Edgler C.

cervicodorsolombalgias



As dores e queixas crônicas relacionadas com a coluna vertebral constituem um complexo desafio para a Saúde Ocupacional.

É importante destacar que as dores nas costas são sintomas descritos na literatura através de inúmeras terminologias: costas dolorosas , dor nas costas, cervicodorsolombalgias, dores na coluna, síndromes dolorosas e algias vertebrais.

As dores nas costas têm uma importância primordial em virtude de sua freqüência e dos seus efeitos incapacitantes. São uma das principais causas de incapacidade, limitação de atividade e perda econômica em todas as sociedades industrializadas.

No Brasil, o valor do problema da lombalgia está sendo demonstrado quase que basicamente em trabalhadores de indústria.

Em relação à identificação de fatores de risco, existem inúmeras pesquisas epidemiológicas focalizando esta problemática.

Geralmente, esses estudos utilizam-se de metodologias diferentes e apresentam resultados que geram controvérsias. Entretanto, normalmente os fatores de risco são divididos em individuais e relacionados com o ambiente de trabalho.

Uma abordagem é a utilização de um modelo epidemiológico que envolve o agente, o hospedeiro e o ambiente.

Os fatores de risco individuais mais discutidos incluem idade, sexo, altura, obesidade, força muscular, anormalidades músculo-esqueléticas, defeitos posturais e congênitos, hereditariedade, tabagismo, vida sedentária, atividade esportiva, condições sócio-econômicas e fatores psicológicos.

Quanto aos fatores de risco relacionados com as atividades profissionais, os mais citados são: trabalho físico pesado, manutenção de uma postura por tempo prolongado, movimentos freqüentes de flexão e torção da coluna vertebral, levantamento e manuseio manual de cargas, exposição a vibrações, entre outros.

Um relevante aspecto das doenças da coluna vertebral é a questão do diagnóstico. Geralmente, não se consegue confirmar a causa patoanatômica das queixas nas costas21,26,40,44,46,50. Desta forma, o tipo mais comum de lombalgia é o de causa não-específica e de patologia indeterminada.

O que existe de consenso em relação à etiologia é que os problemas nas costas são causados por inúmeros fatores inter-relacionados, sendo mais comum em determinadas ocupações61.

Nesse sentido, a problemática da prevalência de patologias da coluna vertebral especificamente entre a equipe de enfermagem vem despertando o interesse de pesquisadores de diferentes paises8.

A elucidação de fatores que causam dores nas costas entre o pessoal de enfermagem tem sido objeto de numerosos trabalhos sendo que, de uma forma geral, a epidemiologia dos problemas dorsais gera controvérsias e não é bem compreendida9. Os trabalhos que se utilizam de uma metodologia epidemiológica também tentam identificar fatores de risco demográficos e ambientais.

Dessa forma, os questionamentos voltam-se para aspectos mais amplos, relacionados com paciente, ambiente e organização do trabalho, englobando assim, fatores psicológicos e condições de vida e trabalho da equipe de enfermagem.

No presente trabalho, tentou-se, então, não encarar o caso das dores nas costas como um problema puramente técnico, mas como uma condição que engloba inúmeros riscos e que precisa ser compreendida em sua complexidade.
postado por:Edgler C.

domingo, 21 de novembro de 2010

Notícias:Imunização reduz índices de mortalidade infantil

Vem implantada em Campos, no Norte Fluminense, uma série de medidas preventivas, pioneiras, para evitar a proliferação de doenças, com base em um eficaz programa de imunização. Novas vacinas, que não integram o Programa Nacional de Imunização e, por isso, não ofertadas na rede pública de saúde, passaram a ser garantidas, gratuitamente, desde o ano de 2009 no município. O secretário de Saúde, Paulo Hirano, garante que as vacinas estão colaborando para reduzir os índices de morbidade e mortalidade infantil. “Quando investimos em prevenção e, principalmente, na imunização de crianças, temos a certeza dos benefícios adquiridos para a saúde da população”, afirmou.


É o caso da vacina pneumocócica conjugada 13 valente (Prevenar), que oferece proteção contra 13 tipos de sorotipo do pneumococo, causador de doenças como meningite, pneumonia, sinusite, otites e infecções no sangue. Campos é a primeira cidade do país a adquirir a vacina e a oferecê-la às crianças de até um ano de idade, sem nenhum custo. A medida contribuiu para reduzir de 14 para 9,6 os casos de morbidade e mortalidade infantil no município, comparando os anos de 2008 e 2009. Para Monique dos Santos, 29 anos, mãe de Gabriel, de 10 meses, a gratuidade da vacina veio em boa hora. “Ficaria difícil para muitas famílias vacinarem seus filhos. Ele já recebeu a segunda dose e, agora, vou ficar tranquila com o Gabriel mais protegido”, disse.

O combate contra o vírus

Durante este ano, a secretaria de Saúde de Campos implantou a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV), para as meninas com idades entre 11 e 15 anos. É quadrivalente e protege contra os vírus 6, 11, 16 e 18, que causam o câncer de colo de útero e as verrugas vulvares, além de outras doenças. Cerca de 17 mil meninas de escolas públicas e privadas, estão sendo imunizadas por meio do Programa Saúde na Escola. A prefeitura investiu cerca de R$ 6 milhões na campanha, que foi aprovada pela manicure Isabela Cristina Gomes, 49 anos, mãe da estudante de uma escola particular da cidade, Letícia Bento, de 12 anos. “Achei muito interessante esse projeto. Sei que minha filha estará protegida para a vida toda, por isso autorizei que a escola aplicasse esta vacina nela”, ressaltou a mãe de Letícia.

Fonte: O Dia Online

Postado por:Ana Carolina

domingo, 7 de novembro de 2010

(IECAS) Inibidores da enzima de conversão da angiotensina


Os IECAs são compostos que inibem a enzima conversora da angiotensina que converte a angiotensina I em angiotensina II. A angiotensina II é um potente vasoconstritor e estimula a produção de Aldosterona, que promove a retenção de sodio e água. A enzima é estimulada pela secreção de renina pelos rins quando estes reagem a diminuição da sua perfusão sanguinea. Ao inibir essa enzima, os IECAs produzem vasodilatação periférica, diminuindo a pressão arterial.

A enzima de conversão de angiotensina é igualmente responsável pela inibição da degradação das cininas, como a bradicinina, que são vasodilatadoras. Alguns dos efeitos não desejados dos IECAs, como a tosse, são devidos ao acúmulo destas cininas. Entretanto, o efeito vasodilatador da bradicinina é atualmente investigado como coadjuvante na efetividade dos inibidores da enzima de conversão.

O Captopril é um fármaco do tipo IECA, inibidor da enzima conversora da angiotensina I (ECA I).Sua principal indicação é para tratamento de hipertensão arterial e alguns casos de insuficiência cardíaca.Os efeitos benéficos do captopril na hipertensão e na insuficiência cardíaca parecem resultar principalmente da supressão do sistema renina-angiotensina-aldosterona, resultando em concentrações séricas diminuídas de angiotensina II e aldosterona. Entretanto, não há uma correlação consistente entre os níveis da renina e a resposta à droga. A redução da angiotensina II leva à uma secreção diminuída de aldosterona e, como resultado, podem ocorrer pequenos aumentos de potássio sérico, juntamente com perda de sódio e fluidos


O Enalapril, é um pró-fármaco utilizado no tratamento da hipertensão, e também em casos de insuficiência cardíaca (IC), sendo que seu mecanismo de ação envolve a inibição da enzima conversora da angiostensina (ECA).Depois de administrado, o enalapril é absorvido e, sofre uma hidrólise, formando enalaprilato, que é um inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA) de especifidade alta, de longa ação e não sulfidrílico. Pode ser usado isoladamente como terapia inicial ou associado à outros anti-hipertensivos, particularmente os diuréticos. O maleato de enalapril inibe a formação de Angiotensina II, um potente vasoconstritor (substância que diminui o calibre dos vasos sangüíneos e aumenta a pressão arterial), que também estimula a secreção de aldosterona (substância responsável pela retenção de água e sódio no organismo). Portanto, a inibição da ECA resulta em um nível plasmático diminuído de angiotensina II, e como conseqüência, leva à uma diminuição da atividade vasopressora e diminuição da secreção da aldosterona (o que pode resultar em discreto aumento nos níveis séricos do potássio).


Livro:katzung,Farmacologia básica e clínica

Postado por:Ana Carolina



Aneurisma Cerebral


O que é?

Aneurisma cerebral é uma dilatação anormal de uma artéria cerebral que pode levar à ruptura da mesma no local enfraquecido e dilatado.

Uma comparação de como se parece um aneurisma é a dilatação ou irregularidade da câmara de um pneu. Formam-se irregularidades na superfície da câmara e em um destes locais há ruptura da mesma com perda de ar sob pressão. Nos indivíduos que têm aneurisma cerebral há a ruptura desta irregularidade da artéria cerebral e "vazamento" de sangue para um espaço virtual que existe no cérebro chamado de "espaço subaracnóide".

A ruptura inicial de um aneurisma cerebral leva à morte quase um terço dos pacientes. Alguns pacientes apresentam dois ou mais episódios de hemorragia do aneurisma cerebral. Em cada uma das hemorragias o risco de morte vai se somando.

Como se desenvolve?

A ruptura do aneurisma pode ocorrer durante toda a vida, mas é mais frequente entre a quarta e quinta década de vida.

Muitas pessoas nascem com aneurismas cerebrais, os chamados aneurismas congênitos os quais, ao longo da vida, podem aumentar e romper.

Existem fatores de risco como parentesco de sangue próximo ao de alguém que já teve aneurisma, principalmente irmãos.

Mulheres têm maior probabilidade de desenvolver aneurismas cerebrais.

Em torno de 20% dos pacientes com aneurisma cerebral apresentam mais do que um aneurisma

Outros fatores de risco são: hipertensão arterial, dislipidemias (alteração do colesterol e triglicerídeos), doenças do colágeno, diabete mélito (açúcar no sangue) e fumo.

O que se sente?

O sintoma mais comum é cefaléia de grande intensidade acompanhada de vômitos, convulsões e perda de consciência. Alguns pacientes desenvolvem ptose palpebral (queda súbita da pálpebra) acompanhado de cefaléia. Perda progressiva da visão por comprometimento do nervo óptico por compressão do aneurisma.

Com o decorrer das horas a dor de cabeça pode evoluir para uma dor importante na nuca e levar a "rigidez de nuca" que é comum na meningite, ou dor nas costas e pernas. Isso ocorre por que o sangue escorre da cabeça para a coluna e "irrita" as raízes nervosas provocando dor nas costas.

Pacientes que não rompem o aneurisma cerebral podem ter sintomas de isquemias cerebrais de repetição, pois pode haver formação de pequenos coágulos dentro do saco aneurismático levando a liberação dos mesmos para a corrente sangüínea e "entupindo" pequenas artérias.

Como o médico faz o diagnóstico?

Os pacientes com aneurisma cerebral não roto apresentam dificuldade de diagnóstico por parte do médico. Os aneurismas não rotos não dão dor de cabeça. Algumas vezes apresentam-se como pequenas isquemias cerebrais ou queda da pálpebra. O especialista experiente deverá solicitar uma angiografia cerebral digital ou uma angiografia por ressonância magnética. Somente nos aneurisma muito grandes podemos fazer diagnóstico dos mesmo com uma tomografia computadorizada do encéfalo.

O diagnóstico de suspeição é feito pela história que o paciente conta quando o aneurisma é roto. Muitas vezes o paciente já chega em coma ao hospital. Cabe ao médico solicitar uma tomografia computadorizada do encéfalo que deve demonstrar sangue no espaço subaracnóide ou hematoma cerebral (coágulo dentro do cérebro).

Caso a tomografia computadorizada seja normal e o paciente apresente rigidez de nuca o médico procede a uma punção lombar para ver se há sangue no líquido que banha o cérebro e a espinha, chamado de "líquor". Nos pacientes com hemorragia por aneurisma cerebral o líquor - que é da cor da água - aparece avermelhado pelo sangue da hemorragia.

Como se trata?

O tratamento dos aneurismas não rotos deve ser avaliado, pois o risco anual da ruptura de um aneurisma é de 1,25 %, ou seja, o paciente pode escolher um momento adequado para o seu tratamento junto com seu médico.

Já os aneurismas rotos apresentam-se como uma urgência médica devendo ser tratados com máxima brevidade. Até o início da década de 90 o tratamento era feito exclusivamente através da cirurgia, que consiste em abertura do crânio e bloqueio do aneurisma com clipes (grampos) metálicos. Nem todos os pacientes podem ser tratados com cirurgia. Dependendo do estado de saúde do paciente e do local a ser alcançado, uma intervenção cirúrgica poderá ser perigosa.

A partir da metade da década de 90, foi desenvolvido um método denominado embolização por cateter que consiste em introduzir um cateter na artéria da virilha e através do cateter, que é levado até ao aneurisma, promover o bloqueio do aneurisma com inserção de micro molas de platina. Nisto reside o tratamento endovascular, também conhecido como embolização por cateter, que consiste em introduzir um cateter na artéria da virilha e através do cateter, que é levado até ao aneurisma, promover o bloqueio do aneurisma com inserção de micro molas de platina. Nisto reside o tratamento endovascular, também conhecido como embolização.

Há casos em que a estrutura vascular do paciente não permite a passagem do cateter. Nesses casos, não existe alternativa a não ser o tratamento cirúrgico. Recentemente foi desenvolvido novo material para tratar o aneurisma, chama-se Onyx. Trata-se de um líquido que se torna sólido no interior do aneurisma. O Onyx deverá substituir as molas de platina, mas sua utilização tem o mesmo conceito terapêutico.


Referência: WWW.abcdasaude.com.br

Postado por: Mayara Amanda

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Dia de FINADOS

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

Postado Por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MARASMO

Marasmo é a desnutrição proteico-calórica do tipo seco, ou seja, é uma desnutrição por falta de calorias e proteínas em um paciente muito magro e desidratado. Esta condição é resultado da fome por escassez de alimentos. Em seu tratamento deve-se prover uma dieta com proteínas de alto valor biológico e calorias adequadas para que aproveite o nitrogênio presente na proteína.
O marasmo ocorre quando a pessoa não se alimenta, durante muito tempo, em quantidade suficiente de nenhum tipo de nutriente necessário ao perfeito funcionamento do corpo humano. A falta de alimentos ricos em
carboidratos, proteínas, lipídios, sais minerais e vitaminas provoca vários malefícios à saúde. A pessoa não cresce, fica muito magra, com freqüência adquire outras doenças, fica com a pele ressecada e descamante, tem os músculos reduzidos e está sempre com fome. A doença tem esse nome devido ao fato de o doente não possuir disposição para realizar suas atividades.
POSTDO POR: EDGLER C.