terça-feira, 22 de junho de 2010



Trombose hipercoagulante






Conceito
A trombose hipercoagulante consiste na formação de um ou de vários coágulos sanguíneos dentro do vaso, que acabam por afetar e comprometer a integridade do sistema circulatório. Tal afecção (doença) acomete, mais comumente, os vasos sanguíneos - as veias -; mas pode também afetar, no decorrer de certas doenças vasculares, as cavidades cardíacas.



A condição no cotidiano




O lixo jogado nos rios pela população pode ser comparado a trombose, já que o lixo vai se acumulando interrompendo o fluxo normal dos rios,como acontece com a formação de coágulos, estes vão se agrupando até afetar o fluxo sanguíneo normal,tendo como conseqüência a contaminação das águas, diminuindo a qualidade de vida de pessoas que dependem deles.
Postado por: Maria Solange


MAL DE ALZHEIMER





O mal de Alzheimer, ou doença de Alzheimer ou simplesmente Alzheimer caracteriza-se clinicamente pela perda progressiva da memória. O cérebro de um paciente com a doença de Alzheimer, quando visto em necrópsia, apresenta uma atrofia generalizada, com perda neuronal específica em certas áreas do hipocampo, mas também em regiões parieto-occipitais e frontais.A perda de memória causa a estes pacientes um grande desconforto em sua fase inicial e intermediária. Já na fase adiantada não apresentam mais condições de perceber-se doentes, por falha da auto-crítica. Não se trata de uma simples falha na memória, mas sim de uma progressiva incapacidade para o trabalho e convívio social, devido a dificuldades para reconhecer pessoas próximas e objetos. Mudanças de domicílio são mal recebidas, pois tornam os sintomas mais agudos. Um paciente com doença de Alzheimer pergunta a mesma coisa centenas de vezes, mostrando sua incapacidade de fixar algo novo. Palavras são esquecidas, frases são truncadas, muitas permanecendo sem finalização.

Sintomas

A evolução da doença está dividida em quatro fases.
*Primeira fase
Os primeiros sintomas são muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento ou com o estresse. Alguns testes neuropsicológicos podem revelar muitas deficiências cognitivas até oito anos antes de se poder diagnosticar o Mal de Alzheimer por inteiro. O sintoma primário mais notável é a perda de memória a curto prazo (dificuldade em lembrar factos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar atenção a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode começar a perder a sua memória semântica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. É também notada uma certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe em que ano está, em que mês, em que dia.

*Segunda fase (demência inicial)
Uma pequena parte dos pacientes apresenta dificuldades na linguagem, com as funções principais, percepção (agnosia), ou na execução de movimentos (apraxia), mais marcantes do que a perda de memória. A memória do paciente não é afetada toda da mesma maneira. As memórias mais antigas, a memória semântica e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afectadas como a memória a curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminuição do vocabulário e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias básicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordenação.

*Terceira fase
A degeneração progressiva dificulta a independência. A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias. Durante essa fase, os problemas de memória pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento vão-se agravando. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência à caridade. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilusões e outros sintomas relacionados. Incontinência urinária pode aparecer.
*Quarta fase (terminal)
Durante a última fase do Mal de Alzheimer, o paciente está completamente dependente das pessoas que tomam conta dele. A linguagem está agora reduzida a simples frases ou até a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Os pacientes vão acabar por não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente não é causada pelo Mal de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).
Prevenção
Todos os estudos de medidas para prevenir ou atrasar os efeitos do Alzheimer são frequentemente infrutíferos. Hoje em dia, não parecem existir provas para acreditar que qualquer medida de prevenção é definitivamente bem sucedida contra o Alzheimer. No entanto, estudos indicam relações entre factores alteráveis como dietas, risco cardiovascular, uso de produtos farmacêuticos ou atividades intelectuais e a probabilidade de desenvolvimento de Alzheimer da população. Mas só mais pesquisa, incluídos testes clínicos, revelarão se, de facto, esses factores podem ajudar a prevenir o Alzheimer.
A inclusão de fruta e vegetais, pão, trigo e outros cereais, azeite, peixe, e vinho tinto, podem reduzir o risco de Alzheimer. Algumas vitaminas como a B12, B3, C ou a B9 foram relacionadas em estudos ao menor risco de Alzheimer, embora outros estudos indiquem que essas não têm nenhum efeito significativo no início ou desenvolvimento da doença e podem ter efeitos secundários. Algumas especiarias como a curcumina e o açafrão mostraram sucesso na prevenção da degeneração cerebral em ratos de laboratório.
O risco cardiovascular, derivado de colesterol alto, hipertensão, diabetes e o tabaco, está associado com maior risco de desenvolvimento da doença, e as estatinas (fármacos para fazer descer o colesterol) não tiveram sucesso em prevenir ou melhorar as condições do paciente durante o desenvolvimento da doença. No entanto, o uso a longo prazo de anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs) está também associado à menor probabilidade de desenvolvimento de Alzheimer em alguns indivíduos. Já não se acredita que outros tratamentos farmacêuticos, como substituição de hormonas femininas, previnam a doença. Em 2007, estudo aprofundado concluiu que havia provas inconsistentes e pouco convincentes de que o ginkgo tenha algum efeito positivo em reduzir a probabilidade de ocorrência do Mal de Alzheimer.
Atividades intelectuais como ler (ao contrário), escrever com a mão esquerda, disputar jogos de tabuleiro (xadrez, damas, etc.), completar palavras cruzadas, tocar instrumentos musicais, ou socialização regular também podem atrasar o início ou a gravidade do Alzheimer. Outros estudos mostraram que muita exposição a campos magnéticos e trabalho com metais, especialmente alumínio, aumenta o risco de Alzheimer. A credibilidade de alguns desses estudos tem sido posta em causa até porque outros estudos não encontraram a mínima relação entre as questões ambientais e o desenvolvimento de Alzheimer. Muitas vezes não é possível discernir todas as fases da doença. Pois um paciente que ainda está na primeira fase já pode apresentar dificuldades de locomoção por exemplo, e outro paciente que já se encontra em fase terminal ainda fala com fluencia (embora sejam frases sem sentido nenhum e até mesmo xingamentos).

Postado por: Maria Solange
DIABETES MELLITUS







CONCEITO

O DM é uma síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos. Caracteriza-se por hiperglicemia crônica com distúrbios do metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas. As conseqüências do DM a longo prazo incluem danos, disfunção e falência de vários órgãos, especialmente rins, olhos, nervos, coração e vasos sanguíneos. Com freqüência os sintomas clássicos ( perda inexplicada de peso , polidipsia e poliúria ) estão ausentes, porém poderá existir hiperglicemia de grau suficiente para causar alterações funcionais ou patológicas por um longo período antes que o diagnóstico seja estabelecido. Antes do surgimento de hiperglicemia mantida, acompanhada do quadro clínico clássico do DM, a síndrome diabética passa por um estágio de distúrbio do metabolismo da glicose, caracterizado por valores glicêmicos situados entre a normalidade e a faixa diabética.


IMPORTÂNCIA


O DM é um importante problema de saúde pública uma vez que é frequente, está associado a complicações que comprometem a produtividade, qualidade de vida e sobrevida dos indivíduos, além de envolver altos custos no seu tratamento e das suas complicações. Medidas de prevenção do DM assim como das complicações são eficazes em reduzir o impacto desfavorável sobre morbimortalidade destes pacientes. Tal impacto pode ser avaliado através de dados obtidos de fontes do Ministério da Saúde, levantamentos regionais e de outras associações:
• Diabetes mellitus como o diagnóstico primário de internação hospitalar aparece como a sexta causa mais frequente e contribui de forma significativa (30% a 50%) para outras causas como cardiopatia isquêmica, insuficiência cardíaca, colecistopatias, acidente vascular cerebral e hipertensão arterial;
• Pacientes diabéticos representam cerca de 30% dos pacientes que internam de Unidades Coronarianas Intensivas com dor precordial;
• Diabetes é a principal causa de amputações de membros inferiores;
• É também, a principal causa de cegueira adquirida;
• Cerca de 26% dos pacientes que ingressam em programas de diálise são diabéticos.



CLASSIFICAÇÃO


A classificação atualmente recomendada, apresentada no quadro 1, incorpora o conceito de estágios clínicos do DM, desde a normalidade, passando para a tolerância à glicose diminuída e/ou glicemia de jejum alterada, até o DM propriamente dito. A nova classificação baseia-se na etiologia do DM, eliminando os termos “diabetes mellitus insulino-dependente” (IDDM) e “não insulino-dependente” (NIDDM) e esclarece que:


• O DM tipo 1 resulta primeiramente da destruição da células beta pancreáticas e tem tendência a cetoacidose. Inclui casos decorrentes de doença auto-imune e aqueles nos quais a causa da destruição das células beta não é conhecida;
• O DM tipo 2 resulta, em geral, de graus variáveis de resistência à insulina e deficiência relativa de secreção de insulina. A maioria dos pacientes tem excesso de peso e a cetoacidose ocorre apenas em situações especiais, como durante infecções graves;
• A categoria “outros tipos de DM” contém várias formas de DM, decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com uso de fármacos diabetogênicos;
• O DM gestacional é a diminuição de tolerância à glicose, de magnitude variável, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto. Abrange os casos de DM e de tolerância à glicose diminuída detectados na gravidez;
• Os estágios do DM ocorrem em todos os tipos, sendo que no tipo 1 o período de tempo entre estágios e mais curto.


CLASSIFICAÇÃO DO DIABETES MELLITUS


• Tipo 1: destruição da célula beta, geralmente ocasionando deficiência absoluta de insulina, de natureza auto-imune ou idiopática.

• Tipo 2 : varia de uma predominância de resistência insulínica com relativa deficiência de insulina, a um defeito predominantemente secretório, com ou sem resistência insulínica.

• Outros tipos específicos:
- defeitos genéticos funcionais de célula beta;
- defeitos genéticos na ação da insulina;
- doenças do pâncreas exócrino;
- endocrinopatias;
- induzidos por fármacos e agentes químicos;
- infecções;
- formas incomuns de diabetes imuno-mediado;
- outras síndromes genéticas geralmente associadas a diabetes.



Postado por: Maria Solange

segunda-feira, 21 de junho de 2010

MAÇÃ, faz bem para a saúde!


A maçã, esta fruta encontrada abundantemente em supermercados é rica em nutrientes e pode prevenir contra o mal de alzheimer. Protege ainda contra o câncer de cólon, e também previne contra os males da hipertensão.
Segundo o pesquisador da universidade de Cornell a casca ainda é mais rica, contem um antioxidante, protetor das células do cérebro. Quando fermenta no cólon, a fibra da maçã produz componentes quimicos que ajudam a impedir a formação de células cancerosas de acordo com uma pesquisa alemã.
Adultos que comem maçã regularmente têm 37% por cento menos riscos de sofrer hipertensão, segundo estudo recente sobre alimentos.
Coma maçã! Elas são encontrada em vária espécies, tem a Gala, a Fuji, e a Argentina. Coma uma por dia. Diz o ditado norte americano: Coma maçã todos os dias e manterá o médico bem longe de você.

PREVENIR É MELHOR QUE REMEDIAR.

Postado por: Mykaelle Costa

Fonte:http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/alternative-medicine/1875925-ma%C3%A7%C3%A3-faz-muito-bem/

sábado, 19 de junho de 2010

Parabéns Flávio!!!


Desejo que em sua vida...
Não exista cara feia,
Não exista bolso furado,
Não exista tempo apressado,
Muito menos grãos de areia.
Não exista tempo fechado,
Não exista problema dobrado,
Não exista sonho frustrado,
Muito menos amor acabado.
Não exista amigo esquecido,
Não exista negócio falido,
Não exista boato mexido,
Muito menos dinheiro sumido.
Não exista tempo nublado,
Não exista ambiente abafado,
Não exista corpo dobrado,
Muito menos bom senso abalado.
Não exista mágoa engolida,
Não exista emoção reprimida,
Não exista alma sofrida,
Muito menos felicidade perdida...
Só desejo que você seja feliz!!!
PARABÉNS PROFESSOR!!!!
"Que além dos aniversários e através do sempre você seja muito feliz". Parabéns.
Postado por:Luanna jessica




quinta-feira, 17 de junho de 2010

Lipoma

Os lipomas são considerados tumores benignos de tecido adiposo (gorduroso) normal localizados sob a pele (no tecido sub-cutâneo). Esta variedade de tumor é mais freqüente em adultos entre 30 e 60 anos.

A causa do aparecimento dos lipomas não é conhecida. Raramente os lipomas podem estar associados a algumas síndromes (conjuntos de sinais e sintomas) tais como a lipomatose múltipla hereditária, adipose dolorosa, síndrome de Gardner e doenças de Madelung.

Os sintomas mais comuns são os de tumoração indolor mais ou menos salientes, únicos ou múltiplos, podendo aparecer em praticamente todas as partes do corpo, com uma certa predileção para o couro cabeludo, os braços e as raízes das coxas.

Algumas das características dos lipomas são:

- A pele que o recobre é normal;
- A consistência é elástica;
- O tumor desliza sob os dedos;
- O volume é variável, podendo chegar ao tamanho de uma maçã;

Existem algumas variedades de lipomas:

O lipoma do coração é um tumor benigno, normalmente assintomático, relativamente freqüente e cujo diagnóstico é habitualmente feito de modo casual.

Os lipomas do intestino delgado habitualmente aparecem no íleo distal e na válvula íleo-cecal (transição do intestino delgado para o grosso) e também costumam não causar sintomas.

Os lipomas do sistema nervoso central podem se desenvolver em vários locais do cérebro e da medula espinhal.

Os lipomas localizados nos tendões musculares (estruturas que fazem a inserção do músculo no osso) são mais freqüentes nas regiões dos punhos, dos pés, das mãos.

Fala-se em lipomatose, quando existem vários lipomas em uma só pessoa. O tratamento consiste na remoção cirúrgica, ou aspiração do conteúdo do lipoma.

Postado por:Ana Carolina



Displasia Cervical

É o crescimento anormal do tecido epitelial da superfície do colo uterino. Isto se refere a um espectro ou uma série contínua de alterações especificados como: NIC I, displasia leve; NIC II, displasia moderada a acentuada e NIC III, displasia grave a carcinoma-in-situ (câncer localizado no tecido intraepitelial/camada superficial do colo uterino).

Causas, incidência e fatores de risco:

A causa é desconhecida, no entanto, uma série de fatores de pré-disposição (mencionados como fatores de risco) foi identificada. Menos que 5% de todos os testes de Papanicolaou realizados revelaram uma displasia do colo uterino. Pode ocorrer em mulheres a partir dos 15 anos, com maior incidência em mulheres entre 25 e 35 anos. O maior risco é associado a parceiros sexuais múltiplos, início precoce das atividades sexuais (menos de 18 anos de idade), gestação precoce (menos de 16 anos) e um histórico anterior de exposição a DES ou doenças sexualmente transmitidas, especialmente VPH (verrugas genitais), herpes genital, ou infecção por HIV.

Tratamento:

O tratamento da displasia cervical depende do grau da displasia. O tratamento varia de uma observação cuidadosa com Papanicolaou a cada 3 ou 6 meses para displasia leve (que pode regredir sozinha) até métodos utilizados para eliminar tecidos anormais, como eletrocauterização, criocirurgia, vaporização a laser ou a remoção cirúrgica.

Postado por:Ana Carolina

Câncer de mama em homens?!


Até pouco tempo acreditava-se que só mulheres, principalmente as com mais idade, podiam desenvolver o câncer de mama. Infelizmente esta colocação não condiz mais com a realidade. Atualmente homens e moças cada vez mais jovens podem sofrer deste mal.

O câncer de mama atinge um homem em cada 100 mulheres, porém a ocorrência desta neoplasia tende a aumentar devido a má qualidade de vida e dificuldade em diagnosticar o tumor na sua fase inicial, que pode ser confundido com outras doenças como a ginecomastia.

O uso de anabolizantes, principalmente por jovens que querem ganhar massa muscular em academias e o uso de hormônios por transexuais piora a situação, pois torna a detecção mais difícil e a maior tendência em desenvolver o câncer. A maior ocorrência desta neoplasia foi nos estados do sul do país, destacando-se o Rio Grande do Sul.

Dentre os continentes, a Ásia supera os demais enquanto que a América do Sul e Central apresentam os menores índices.

O segundo principal tipo de câncer que acomete a população brasileira é o de mama, o primeiro é o câncer de pele não melanoma.

Não existe uma causa para o câncer de mama, tanto no homem quanto na mulher. A prevenção e o diagnóstico da doença de mama iniciam-se com a anamnese completa. É importante lembrar que o diagnóstico de câncer de mama não pode ser excluído por qualquer achado isolado na história do paciente.

Homem, cuide-se! As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o auto-exame das mamas, o exame clínico e a mamografia.

O tratamento do câncer de mama em homens é semelhante ao das mulheres e começa pelo exame de toque na mama, mamografia, consultas a médicos especializados e depois de detectado a solução é a cirurgia e de acordo com o estágio do câncer são sugeridos alguns tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia.

Hoje em dia, a cirurgia de remoção do tumor é bem menos traumática e o/a paciente já sai do centro cirúrgico com a mama reintegrada.

Postado por:Luanna jessica

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Estudo aponta relação entre lesões orais pelo HPV e alguns tipos de câncer



Sex, 30 de Abril de 2010 00:00 Rio de Janeiro - Um levantamento, feito pela Universidade Federal Fluminense (UFF) com base em várias pesquisas, estuda a relação entre lesões orais causadas pelo HPV (Papilomavírus Humano) e a incidência de vários tipos de câncer na região da cabeça e do pescoço – câncer de nariz, boca, garganta, faringe, pele, glândulas salivares e tireoides.

O HPV é uma doença sexualmente transmissível que também pode ser passada de mãe para filho, como a sífilis. É formada por uma variedade de vírus e é considerada fator de risco para o câncer de colo de útero, de pênis e de ânus. A doença é uma das mais comuns no mundo e estima-se que uma a cada cinco mulheres esteja infectada.

Apresentada ontem, durante Simpósio Internacional de Pesquisa em HPV, o levantamento da UFF aponta "fortes evidências" entre o HPV de alto risco (HPV-16) e tumores nessas regiões da cabeça e do pescoço, principalmente em indivíduos que não fumam ou consomem álcool - fatores considerados de risco para incidência do câncer. "Ainda não está provado, mas existem fortes evidências da relação entre o HPV e o câncer de boca, principalmente o desenvolvimento do câncer de orofaringe - uma região entre a laringe e a base da língua", explicou a pesquisadora Eliane Pedra.

Durante o simpósio, a especialista apresentou estudos norte-americanos relacionando o aumento de tumores malignos na base da língua e amígdala ao comportamento sexual das pessoas. Nos Estados Unidos esses tipos de câncer aumentaram 2,1% e 3,9% entre 1973 e 2001.

O Brasil tem elevados índices de incidência da doença e é considerado um dos líderes mundiais na ocorrência do HPV. O vírus provoca verrugas nos genitais (pênis e vulva) e também no ânus e está associado a 90% dos casos de câncer de colo de útero no país, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A infecção oral pelo HPV pode ocorrer de diversas formas, entre elas, o sexo oral e o beijo. Como as lesões inicias de câncer de boca e orofaringe são normalmente imperceptíveis, a pesquisadora alerta para importância de se realizar exames periódicos.

A doença é mais frequente em mulheres entre 15 e 25 anos, mas também ocorre entre os homens. De acordo com o Ministério da Saúde, 137 mil novas ocorrências são registradas por ano. No caso das mulheres, o exame preventivo papanicolau é a principal forma de diagnóstico.

Para ajudar a identificar os machucados, a pesquisadora sugere que as pessoas com lesões procurem regularmente dentistas, otorrinolaringologistas e estomatologistas. "Sexo seguro, sempre. Na boca, é preciso ainda uma avaliação cuidadosa e um tratamento especializado", alertou.

Vários tratamentos podem ser indicados para combater o HPV, mas não existe nenhum tipo de prevenção 100% segura porque o vírus pode estar na região pubiana, períneo ou no ânus.

Duas vacinas estão disponíveis em clínicas particulares e são apontadas como forma de combater a doença. No entanto, as doses custam cerca de R$ 300 e a duração da imunidade é relativa. “O sistema preventivo conta, sobretudo, com a informação e o acompanhamento ginecológico. Defendemos que o exame preventivo seja feito pelo menos uma vez por ano”, disse a vice-presidente de Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Claude Primez.

Postado por:Luanna Jessica




terça-feira, 15 de junho de 2010

SURTO DE MALARIA NO PARÁ

09/06/2010 20h33 - Atualizado em 09/06/2010 21h18

Faltam hospitais para combater surto de malária no Pará

Desde janeiro, foram confirmados 3.281 casos de malária no município.
Prefeito de Oeiras do Pará diz que não tem como combater a doença.

Na cidade de Oeiras do Pará (PA), que fica a dez horas de barco de Belém, faltam hospitais e postos de saúde para combater um surto de malária.

A coleta de sangue é feita em uma garagem. No único posto de saúde da cidade há apenas cinco leitos. Homens, mulheres e crianças sofrem à espera de atendimento.

Desde janeiro, já são 3.281 casos confirmados de malária no município. No mesmo período do ano passado, foram registrados apenas nove casos.

A malária é uma doença causada por parasitas que são transmitidos de uma pessoa para outra pela picada de um mosquito.

As famílias mais atingidas pela malária vivem em regiões afastadas, com casas construídas sobre áreas alagadas.

Segundo especialistas, o surto de malária em Oeiras do Pará é reflexo de duas situações que dificultam o controle da doença na Região Amazônica: o desmatamento, que faz o mosquito se aproximar ainda mais do homem, e a migração constante dos trabalhadores do campo em busca do sustento.

“Quando essas pessoas chegam de outras áreas, já trazem consigo o parasita, pois estiveram em lugares onde a malária é mais endêmica. O ciclo é fechado com a transmissão para família toda ou o grupo que esteja ali”, afirma Marinete Povoa, coordenadora do Laboratório de Pesquisas em Malária do Instituto Evandro Chagas.

O prefeito Edivaldo Nabiça Leão diz que não tem condições de controlar a doença. Faltam remédios e ambulatórios. “Não temos estrutura. Na verdade, nós estamos pedindo socorro”, disse.

O Ministério Da Saúde enviou, nesta semana, medicamentos para combater a malária em Oeiras Do Pará. A Secretaria Da Saúde do estado informou que o hospital da cidade vai ser inaugurado no fim do mês.

fonte:portal Globo
POSTADO POR: Edgler C.

GAGUEIRA NÃO TEM GRAÇA TEM TRATAMENTO




Causas que provocam a gagueira:
A gagueira é normalmente considerada uma disfunção da fala. A gagueira é, na verdade, uma condição extremamente complexa que envolve mais do que a repetição das palavras, prolongamento das sílabas e outras "disfunções" da fala. A gagueira afeta a pessoa como um todo e é mais adequadamente descrita como uma combinação de disfunções de fala, comunicação e comportamento.

No desenvolvimento infantil há uma necessidade de definição de lateralidade, mas nem todas as crianças conseguem realizar esta definição. Algumas se tornam canhotas auditivas, pois utilizam preferencialmente seu ouvido esquerdo na escuta das mensagens e conseqüentemente se ouvem também com o ouvido esquerdo. Estas crianças crescem com uma indefinição de lateralidade que lhes acompanha durante toda a vida.

O gago ao falar controla a própria voz com o ouvido esquerdo e a sua emissão vocal não é bem direcionada, ora fala com o lado direito , ora com o lado esquerdo. Esta hesitação interfere na fluência verbal prejudicando o ritmo natural da fala. Se observarmos os movimentos da boca durante a fala destas pessoas percebemos uma gesticulação inquieta e indecisa , onde a voz passeia pelos lábios procurando por qual lado prefere sair,nestes poucos segundos as sílabas se repetem por mais de uma vez, formando a fala hesitante e repetitiva de uma pessoa que apresenta gagueira.

O Centro especializados ajuda este indivíduo a definir sua lateralidade auditiva e facial, o caminho de sua voz será único e certeiro, como uma flecha apontada para uma única direção. Desta maneira a emissão vocal é mais rápida e a fluência é contínua, evitando a repetição de sílabas e eliminando a gagueira.

Como funciona o tratamento para gagueira:

O tratamento consiste em sessões que estimulam a audição, privilegiando a escuta com o ouvido direito, Ouvido Diretor, que ao encaminhar a mensagem para o lado esquerdo do cérebro, faz com que a mensagem atinja o hemisfério da linguagem. Desta maneira o caminho é mais curto e mais rápido evitando a perda de tempo que leva ao problema de temporalização, problema central da gagueira. Temporalização significa o tempo que o cérebro leva para elaborar a linguagem e transmiti-la através da emissão vocal que aparece de uma forma descontrolada.

Estatísticas

1% da população adulta gagueja. 80% dos adultos que sofrem de gagueira são homens.

Reação ao stress

Todos nós reagimos ao stress de diferentes maneiras, mas quase todos os gagos têm algo em comum quando reagem ao stress: os músculos das cordas vocais contraem-se. Isto explica porque a gagueira piora quando a pessoa está sob pressão.



postado por:Edgler C.


domingo, 13 de junho de 2010

Reparo do dna


Reconstrução de uma molécula contínua de dna de fita dupla, sem incorreções, a partir de uma molécula contendo regiões lesadas. Os principais mecanismos de reparo são o reparo de excisão, em que as regiões defeituosas de uma fita são extirpadas e ressintetizadas, usando-se as informações de pareamento das bases complementares da fita intata; reparo de foto-reativação, em que os efeitos letais e mutagênicos da luz ultravioleta são eliminados; e reparo pós-replicação, em que as lesões primárias não são reparadas, mas as lacunas de uma dúplex filha são preenchidas incorporando as porções da outra dúplex filha (não danificada). Os reparos de excisão e de pós-replicação às vezes são chamados de "reparo escuro" porque não exigem luz.

Postado por:Ana Carolina

sábado, 12 de junho de 2010

Meningite


A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados.Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Ela, causada pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também, infecção generalizada (meningococcemia). O ser humano é o único hospedeiro natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.

A transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio. Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.

A doença chega a matar em cerca de 10% dos casos e atinge 50% quando a infecção atinge a corrente sanguínea e é este um dos motivos da importância do tratamento médico. Febre alta, fortes dores de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e manchas vermelhas na pele- são de início semelhantes a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande quantidade de bactérias circulando pelo sangue - são alguns dos seus sintomas.

A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida, pode levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo. Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa, será imprescindível.


Geralmente a incidência da doença é maior em países em desenvolvimento, especialmente em áreas com grandes aglomerados populacionais. Tal constatação pode ser justificada pela precariedade dos serviços de saúde e condições de higiene e pela facilidade maior de propagação em locais fechados ou aglomerados. Por este último motivo é que, geralmente, a doença é mais manifestada no inverno – quando tendemos a buscar refúgios em locais mais fechados para fugirmos do frio.

Para a meningite, as vacinas mais utilizadas são a bivalente, a tetravalente e a monovalente, em menores de 2 anos. Entretanto, não existe ainda vacina para alguns sorotipos da doença.

Evitar o uso de talheres e copos utilizados por outras pessoas ou mal lavados e ambientes abafados são formas de se diminuir as chances de adquirir a doença. Manter o sistema imunológico fortalecido e seguir corretamente as orientações médicas, caso tenha tido contato com alguém acometido pela doença são, também, medidas importantes

Postado por: Mayara Amanda

Fonte: www.brasilescola.com

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Tumores Benignos Versus Malignos

Os tumores benignos apresentam suas células semelhantes às do tecido de origem. Seus núcleos não estão alterados, ou seja, a célula neoplásica é indistinguível da normal. Porém, há formação de um arranjo tecidual diferente que segue os padrões de formação citados anteriormente.

As neoplasias malignas apresentam células com núcleos alterados: há irregularidades na forma, tamanho e número; podem surgir mitoses atípicas, hipercromasia nuclear (=grande quantidade de cromatina), pleomorfismo (variados tamanhos e formas de núcleo e da célula como um todo) etc. O citoplasma dessas células pode ter a relação núcleo/citoplasma alterada. Essas características microscópicas são consideradas índices de atipia.


CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS MACROSCÓPICAS

CritériosNeoplasias benignasNeoplasias malignas
velocidade de crescimentolentarápida
forma de crescimentoexpansiva expansiva e infiltrativa
crescimento a distância (metastáses)ausentepresente

www.fo.usp.br/lido/.../patoarteneo3.htm

Postado por:Ana Carolina

terça-feira, 8 de junho de 2010

Poliomielite:Chamamos a atenção dos pais para a vacinação dos menores de 5 anos


A poliomielite, ou “paralisia infantil”, é uma infecção viral aguda, causada por um poliovírus. Sua porta de entrada é a boca, percorrendo o corpo através do sistema sanguíneo.

Atualmente, a poliomielite é considerada uma doença erradicada no Brasil. O último caso registrado ocorreu em Souza, na Paraíba, em 1989. Por isso, é fundamental que a vacinação ocorra com sucesso para manter esse quadro.

A vacina, desenvolvida pelo renomado pesquisador medicinal polonês-americano Albert Sabin, não possui contra-indicações absolutas, devendo ser evitada apenas nos casos de hipersensibilidade a alguns dos seus componentes, em crianças imunologicamente deficientes ou quando esta apresenta febre acima de 38 graus, vômitos ou diarréia.

Vamos ajudar a erradicar novamente essa doença

Vestindo essa camisa e fazendo um GOL!

Ministério da Saúde

Postado por:Ana Carolina


No dia 12 de junho, o Ministério da Saúde, estados e municípios realizam a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, que este ano pretende vacinar 16 milhões de crianças menores de cinco anos. Com slogan “Vacinou, é gol. Vamos vestir a camisa da vacinação infantil”.

Faça sua parte!

Postado por:Ana Carolina

Campanha de vacinação contra a poliomelite

Todas as crianças menores de cinco anos devem voltar aos postos de vacinação no próximo dia 23 de agosto para tomar a segunda dose da gotinha contra a paralisia infantil

A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde espera vacinar 17.091.775 durante a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, no próximo dia 23 de agosto.

O esquema dessa segunda etapa da vacinação envolverá mais de 443 mil servidores e voluntários distribuídos em 139 mil postos em todo o país. Para que os municípios de difícil acesso não corram o risco de não vacinar suas crianças, o Sistema Único de Saúde (SUS) colocará em campo 40 mil veículos, dez aeronaves e 2,5 mil embarcações.

Para a segunda etapa da campanha, foram adquiridas e distribuídas aos estados 29,5 milhões de doses da vacina Sabin, ao custo de R$ 9,3 milhões. Outros R$ 5 milhões custearam a campanha publicitária, totalizando investimento de R$ 14,3 milhões.

A primeira etapa da campanha deste ano ocorreu no dia 14 de junho e obteve cobertura de 98,3%, superando a meta recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 95%. Para a OMS, esse índice, além de manter a doença erradicada nos países que já eliminaram a transmissão, como o Brasil, contribui para a erradicação da poliomielite no mundo. A OMS espera que até 2005 todos os países do mundo consigam eliminar a pólio. No Brasil, o último caso foi registrado em 1989.

A Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite é realizada todos anos pelo Ministério da Saúde em parceria com os estados e municípios por intermédio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Este ano, o PNI completa 30 anos com um histórico de vitórias importantes no controle, na prevenção, na eliminação e na erradicação de doenças que podem ser evitadas por vacinas. Algumas delas são as erradicações da febre amarela urbana, da varíola e da poliomielite. Além disso, o Brasil está em fase de eliminação do sarampo e de extinção do tétano neonatal.

Recursos - O Ministério da Saúde investiu R$ 41,1 milhões para realizar as duas etapas da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Na primeira etapa, foram aplicados R$ 26,8 milhões da seguinte forma: R$ 9,3 milhões na aquisição de 29,5 milhões de doses de vacina, R$ 12,5 milhões destinados ao repasse aos estados para a operacionalização da campanha nas duas etapas e outros R$ 5 milhões em publicidade.

A segunda etapa conta com investimento de R$ 14,3 milhões, desdobrados em R$ 9,3 milhões para a compra da vacina e R$ 5 milhões destinados à publicidade.

Prevenção - A vacina contra a pólio se destina a todas crianças menores de cinco anos, mesmo as que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarréia. Não existe tratamento para a pólio, somente a prevenção, por meio da vacina, garante que a pessoa fique livre da doença.

Apesar de o Brasil não ter registro de casos desde 1989, é importante manter campanhas de vacinação anuais, em duas etapas, porque o poliovírus, causador da enfermidade, pode ser reintroduzido no país, já que sua circulação ainda ocorre em cerca de sete nações: Índia, Nigéria, Paquistão, Egito, Niger, Afeganistão e Somália. Além dessas áreas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera a Angola, Bangladesh, República Democrática do Congo, Etiópia, Nepal e Sudão como regiões com alto risco de reintrodução da poliomielite.

A OMS estima que a imunização, em todo o mundo, previna 550 mil casos da enfermidade a cada ano. Antes do desenvolvimento da vacina, na década de 50, a poliomielite matava ou deixava com deficiência física centenas de milhares de pessoas todos os anos.

Nova secretaria - A criação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em junho de 2003, veio reforçar áreas extremamente estratégicas do ministério, que são as de vigilância epidemiológica e de controle e prevenção de doenças.

A partir de agora, as ações de controle e prevenção de doenças, antes desempenhadas pelo Centro Nacional de Epidemiologia da Fundação Nacional de Saúde, passam a ser executadas pela SVS, que também agrega importantes programas nacionais de combate a doenças como tuberculose, hanseníase, hepatites virais, DST e Aids.

Além disso, a SVS também coordena ações na área de vigilância ambiental em saúde e o controle de agravos e doenças não transmissíveis. Com base em dados epidemiológicos, a secretaria analisa a situação de saúde, possibilitando a definição de políticas, a adoção de medidas preventivas e o aprimoramento da vigilância epidemiológica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o organograma montado pelo Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), laboratórios e centros de pesquisa também estão subordinados à SVS. Dessa forma, espera-se uma total integração entre as diversas atividades da instituição e também com a recém-criada Secretaria de Atenção à Saúde, tanto nas ações básicas como no atendimento hospitalar.

Leia mais notícias do Ministério da Saúde - http://portal.saude.gov.br/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=15280

Postado por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mobilização nacional chega ao fim, mas vacinação contra H1N1 em municípios continua

Maior campanha já realizada no Brasil termina com mais de 73 milhões de pessoas imunizadas. Municípios devem continuar vacinando grupos que ainda não atingiram cobertura mínima de 80%

A mobilização nacional para vacinação contra a gripe H1N1 terminou nesta quarta-feira (2) em todo o Brasil, com 73.205.076 pessoas imunizadas, segundo dados parciais informados pelos Estados e Municípios até as 15h. É a maior vacinação já realizada no país, superando os 67 milhões de imunizados contra a rubéola, em 2008. Os 73,2 milhões de vacinados representam 37% da população brasileira. Proporcionalmente, é a maior campanha realizada no mundo. Estados Unidos, por exemplo, vacinaram 24% de sua população. México, 20%; Suíça, 17%; França, 8%; e Alemanha, 6%.

“Os números mostram o sucesso de nossa estratégia, uma vitória de todo o Sistema Único de Saúde e da sociedade brasileira”, resume o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. “Isso demonstra o grande trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde vacinadores e a confiança da população no Programa Nacional de Imunizações”.

A meta nacional de vacinar pelo menos 80% do público-alvo foi atingida entre doentes crônicos, crianças menores de 2 anos, adultos de 20 a 29 anos, trabalhadores de saúde e indígenas. Mas, até as 15h desta quarta-feira, a cobertura ainda deixava a desejar entre adultos de 30 a 39 anos (60%, com 17,5 milhões de vacinados e público-alvo de 29 milhões) e crianças de 2 a menores de 5 anos (10%, com 1 milhão de vacinados e público-alvo de 9,6 milhões). Nesses dois grupos, nenhum estado atingiu 80%, até o momento.

Por isso, o Ministério da Saúde determinou, juntamente com os Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais (CONASS) e Municipais (CONASEMS) de Saúde, que os municípios devem continuar a vacinar os públicos prioritários que não tenham atingido a meta. Um balanço consolidado com os números da campanha deverá ser divulgado na próxima semana.

CRIANÇAS – Também haverá novo reforço no próximo dia 12, quando ocorre a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, voltada para crianças de 2 anos a menores de 5 anos. Nesta data, as crianças também poderão tomar a vacina contra a gripe H1N1, mas apenas nos postos fixos de vacinação e não nas unidades volantes.

Já é praxe que nos dias de campanha contra a paralisia infantil as equipes de saúde aproveitem para atualizar o cartão de vacinas da criança. Este ano, os pais e responsáveis poderão aproveitar a ida aos postos para vacinar as crianças contra a gripe.

“Mas recomendamos que não deixem para imunizar as crianças contra a gripe apenas no dia da campanha da pólio. Procurem se vacinar antes”, diz o ministro Temporão. É importante lembrar que, após tomar a vacina, o organismo leva até 14 dias para estar totalmente protegido. As pessoas devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município para buscar orientações sobre dias e horários de funcionamento dos postos.

Outro ponto importante é sobre a vacinação diferenciada das crianças, que precisam tomar duas meias doses da vacina, para garantir uma imunização completa contra o vírus da gripe H1N1. A segunda dose deve ser tomada 21 dias depois da primeira. Neste caso, se a criança tomar a primeira dose no dia da campanha da paralisia infantil, os pais e responsáveis devem ficar atentos para levá-las aos postos novamente, para a segunda dose.

GESTANTES – No caso das mulheres grávidas, os 2,1 milhões de vacinadas até o momento representam uma cobertura de 70%. O índice está dentro do esperado, pois o cálculo do público-alvo foi feito com base na estimativa de nascimentos para todo o ano. “Mas precisamos considerar as gestantes que deram à luz nos primeiros meses do ano, antes da vacinação, e as que vão engravidar após a campanha”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage.

Em 2010, foram registradas 540 internações e 64 mortes em decorrência da gripe H1N1, até 8 de maio. Desse total, 18% dos casos graves e 30% dos óbitos foram em gestantes. Por isso, o Ministério da Saúde reforça a importância de que todas as grávidas, em qualquer período da gestação, procurem um posto para tomar a dose da vacina.

No ano passado, foram registrados 2.051 óbitos em todo o país. Desse total, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas e 189 entre gestantes. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416, no total) e os de 30 a 39 concentraram 22% das mortes (454, no total).

Se você ainda não se imunizou, não perca tempo!

Fonte: Ministério da Saúde

Postado por: Mykaelle Costa

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Bronzeamento Artificial Pode Causar O Câncer



O uso de máquinas de bronzeamento artificial aumenta em 75% o risco da ocorrência de câncer de pele, segundo afirmou nesta terça-feira o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família. Desde o ano passado, a Anvisa, por meio da sua resolução 56/09, proíbe o uso e a comercialização dos equipamentos de bronzeamento artificial.

Barbano acrescentou que os raios ultravioleta emitidos por essas câmaras são doze vezes mais potentes que os raios do sol. “Além de câncer, o uso prolongado das máquinas de bronzeamento pode causar queimaduras e o envelhecimento precoce da pele”, disse.

O dirigente desconsiderou a possibilidade de a Anvisa rever sua decisão e liberar o uso dos equipamentos. “Algo que gera o risco objetivo de câncer e não traz benefício algum não pode ser autorizado pelo Estado”, afirmou.

Fonte:ANVISA
Postado por:Ana Carolina

Doação de sangue ( entre 16 a 68 anos)

O ministério sugere que a permissão seja estendida para pessoas entre 16 e 68 anos.No caso dos jovens abaixo de 16 anos, a proposta prevê que a o jovem só pode fazer a doação com a autorização dos pais.A consulta pública estará aberta por 60 dias. Nesse período, o ministério vai coletar sugestões que podem fazer com que a proposta seja descartada ou, se tiver aceitação, aperfeiçoada.Segundo o ministério, os centros de hemoterapia coletam 3,5 milhões de bolsas de sangue por ano em todo o país. Pelos parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é que o Brasil coletasse 5,7 milhões de bolsas anuais, diz o ministério.No Brasil, 1,8% da população é classificada como doadora de sangue. Para que os estoques sejam mantidos, a Organização Mundial da Saúde recomenda que de 1% a 3% da população seja doadora.A ampliação da faixa etária de doadores permitira ao país aumentar significativamente a oferta de sangue para abastecer hospitais e centros de saúde. De acordo com o ministério, os Estados Unidos e países da Europa já adotam a doação a partir dos 16 anos até os 68 anos.

Fonte:Ministério da Saúde

Postado por:Ana Carolina