sábado, 7 de agosto de 2010
Transplante
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
POLIOMIELITE.

- Grupo: Grupo IV ((+) ssRNA)
- Família: Picornaviridae
- Género: Enterovirus
- Espécie: Enterovirus poliovirus

Todos os doentes, assintomáticos ou sintomáticos, expulsam grande quantidade de vírus infecciosos nas fezes, até cerca de três semanas depois da infecção do indivíduo.
Os seres humanos são os únicos atingidos e os únicos reservatórios, portanto a vacinação universal pode erradicar essa doença completamente.
PROGRESSÃO E SINTOMAS
O período entre a infecção com o poliovírus e o início dos sintomas (incubação) varia de 3 a 35 dias. A descrição seguinte refere-se à poliomielite maior, paralítica, mas esta corresponde a uma minoria dos casos. Na maioria o sistema imunológico destrói o vírus em alguma fase antes da paralisia.
As manifestações iniciais são parecidas com as de outras doenças virais. Podem ser semelhantes às infecções respiratórias (febre e dor de garganta, gripe) ou gastrointestinais (náuseas,vômitos,dor abdominal).
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O diagnóstico é por detecção do seu DNA com PCR ou isolamento e observação com microscópio electrónico do vírus de fluidos corporais.
Nos países onde ela já foi erradicada, a vacina Salk é mais que suficiente e os riscos de paralisia menos aceitáveis. Uma pessoa que se infecta com o poliovírus pode ou não desenvolver a doença. Quando apresenta a doença, pode desenvolver paralisia flácida (permanente ou transitória), meningite ou, eventualmente, evoluir para o óbito. Desenvolvendo ou não sintomas o indivíduo infectado elimina o poliovírus nas fezes, o qual pode ser transmitido para outras pessoas por via oral.
A transmissão do poliovírus ocorre mais freqüentemente a partir do indivíduo assintomático. A eliminação é mais intensa 7 a 10 dias antes do início das manifestações iniciais, mas o poliovírus pode continuar a ser eliminado durante 3 a 6 semanas. A poliomielite não tem tratamento específico.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Hipertensão em Idosos


sexta-feira, 30 de julho de 2010
GRAVIDEZ PSICOLOGICA

O que é?
Em linhas gerais, a gravidez psicológica é uma fantasia delirante. "A mulher acredita que está grávida e a ‘prova de realidade’ (a confirmação médica de que não existe bebê algum) não tem nenhum valor para ela", diz a psicanalista Eliane Pessoa de Farias, coordenadora da Clínica Pais-bebê, da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro. "Mas quero lembrar que esta gravidez não é uma mentira para ela, ou seja, ela pensa de verdade que está esperando um bebê e o seu corpo confirma", acrescenta.
A resposta do corpo
Por mais incrível que pareça, a mulher que vive uma gravidez imaginária pode sentir na pele o mesmo que sentem as futuras mães de verdade. "A mente é muito forte. A gravidez psicológica tem origem mental, mas o corpo responde", diz a psicanalista. Como? "Muitas sentem enjôo, têm desejos, apresentam crescimento do abdômen e dos seios, e, em alguns casos raros, é possível até produzirem leite", afirma a ginecologista e obstetra Rosele Jobst, do Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio. O aumento da barriga, neste caso, fica por conta da comilança. "Como elas acham que estão grávidas, pensam que deve comer por dois. O que acontece é o acúmulo de gordura no abdômen e nos seios. Além disso, muitas confundem os gases e movimentos naturais do intestino com o bebê se mexendo no útero”, acrescenta a médica.
Por que isso acontece?
De acordo com a psicanalista Eliane Farias, dificilmente a gravidez psicológica acontece por uma única razão. “Cada pessoa reage aos problemas de uma maneira particular e qualquer transtorno psicológico tem diversas causas”, diz. Baixa auto-estima, sentimentos de rivalidade intensa, insegurança, baixa capacidade de lidar com as frustrações, além de um forte desejo de ter um filho são algumas delas. Muitas mulheres ainda se sentem pressionadas pelo marido e pela família e a ter um filho podem acabar gerando um bebê de mentira. "Também há situações em que a mulher quer garantir a estabilidade do relacionamento e pensa que um filho é a solução, como no caso da Simone", acrescenta Rosele Jobst.
Na linha de frente
Quem são as mulheres mais propensas a desenvolver uma gravidez psicológica? Apesar de o problema também surgir em mulheres jovens, como na novela, a obstetra afirma que é mais comum isso acontecer com pessoas mais velhas, próximas à menopausa, inférteis e com distúrbios hormonais que interferem na menstruação.
Até quando vai a farsa?
Tanto a obstetra quanto a psicanalista afirmam que é possível a mulher acreditar na mentira de que vai ser mãe até chegar a hora do “parto”. "Há seis meses, uma moça de 22 anos chegou ao hospital onde trabalho, como a barriga enorme, dizendo que estava em trabalho de parto”, conta Rosele Jobst. “Mas o simples exame ginecológico revelou a falsa gravidez. Ela chegou a apresentar um cartão de pré-natal falsificado, com datas de consulta e informações sobre o feto. Estava até com o enxoval comprado”, lembra a médica. Mas geralmente, logo nas primeiras consultas e diante do resultado de exames, qualquer médico minimamente competente descobre que sua paciente não está grávida. "Neste caso, a mulher procura outro médico, que irá lhe falar o mesmo. Mas como ela não acredita no que ouve, procura uma série de profissionais até se dar conta da verdade”, afirma a ginecologista.
A hora da verdade
Mas como se sentem as mulheres que, de repente, descobrem que o bebê que tanto esperavam não existe? "São variáveis as reações. Algumas mulheres até sentem alívio quando descobrem que não estão grávidas, mas em geral a reação é de susto e de decepção", afirma Rosele Jobst.
Carinho e terapia
A ginecologista Rosele Jobst e a psicanalista Eliane Farias afirmam que é a psicoterapia o tratamento possível para curar a “falsa gravidez”. “Em geral, essas mulheres não procuram ajuda psicológica, pois se procurarem o terapeuta estarão admitindo que não tem o bebê”, afirma. "Por isso, é essencial o apoio da família, antes e após a aceitação do fato. E, tão importante quanto aceitar a realidade de que não está grávida, é ter certeza de que ela não precisa de um filho para se sentir amada".
POSTADO POR:EDGLER C.
ESQUIZOFRENIA

É hoje encarada não como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um transtorno mental, podendo atingir diversos tipos de pessoas, sem exclusão de grupos ou classes sociais.
Sintomas.
A esquizofrenia, talvez a psicopatologia de maior comprometimento ao longo da vida, se caracteriza essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas. Embora primariamente um transtorno que afeta os processos cognitivos[de conhecimento], os seus efeitos repercutem-se também no comportamento e nas emoções.
Os sintomas da esquizofrenia podem não ser os mesmos de indivíduo para indivíduo, podendo aparecer de forma insidiosa e gradual ou, pelo contrário, manifestar-se de forma explosiva e instantânea
Causas
Não existe uma causa única para o desencadear deste transtorno. Assim como o prognóstico é incerto para muitos quadros, a etiologia das psicoses, principalmente da esquizofrenia, é incerta, ou melhor, de causação multifatorial. Admite-se hoje que várias causas concorrem entre si para o aparecimento, como: quadro psicológico (consciente e inconsciente); o ambiente; histórico familiar da doença e de outros transtornos mentais; e mais recentemente, tem-se admitido a possibilidade de uso de substâncias psicoativas poderem ser responsáveis pelo desencadeamento de surtos e afloração de quadros psicóticos.
Tipos de esquizofrenia
O diagnóstico da esquizofrenia, como sucede com a grande maioria dos transtornos mentais e demais psicopatologias, não se pode efetuar através da análise de parâmetros fisiológicos ou bioquímicos, e resulta apenas da observação clínica cuidadosa das manifestações do transtorno ao longo do tempo. Aquando do diagnóstico, é importante que o médico exclua outras doenças ou condições que possam produzir sintomas psicóticos semelhantes (uso de drogas, epilepsia, tumor cerebral, alterações metabólicas). O diagnóstico da esquizofrenia é por vezes difícil.
Para além do diagnóstico, é importante que o profissional identifique qual é o subtipo de esquizofrenia em que o doente se encontra. Atualmente, segundo o DSM IV, existem cinco tipos:
Paranóide, é a forma que mais facilmente é identificada com a doença, predominando os sintomas positivos. O quadro clínico é dominado por um delírio paranóide relativamente bem organizado. Os doentes com esquizofrenia paranóide são desconfiados, reservados, podendo ter comportamentos agressivos.
Desorganizado, em que os sintomas afectivos e as alterações do pensamento são predominantes. As ideias delirantes, embora presentes, não são organizadas. Alguns doentes pode ocorrer uma irritabilidade marcada associada a comportamentos agressivos. Existe um contacto muito pobre com a realidade.
Catatónico, é caracterizada pelo predomínio de sintomas motores e por alterações da actividade, que podem ir desde um estado de cansaço e acinético até à excitação.
Indiferenciado, apresenta habitualmente um desenvolvimento insidioso com um isolamento social marcado e uma diminuição no desempenho laboral e intelectual. Observa-se nestes doentes uma certa apatia e indiferença relativamente ao mundo exterior.
Residual, nesta forma existe um predomínio de sintomas negativos, os doentes apresentam um isolamento social marcado por um embotamento afectivo e uma pobreza ao nível do conteúdo do pensamento.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Genoma Zero
Os tamanhos dos genomas são diretamente proporcionais às complexidades dos organismos que os alojam, houve um momento em que as protocélulas tinham genoma zero, isto é, funcionavam sem DNA ou RNA. Sharov assumiu que sem DNA não haveria vida, o que, pode não ser verdade. Levando em conta a possibilidade de vida sem DNA, os resultados de Sharov podem ser interpretados de outro modo: a vida teria se formado na Terra, mas no início sem DNA e, em um dado momento, as proteínas presentes nos protobiontes catalisaram a síntese de ácidos nucléicos.
Referência: Ciência Hoje, vol 44 nº 263, setembro, 2009, pág: 23. Franklin Rumjanek.
Postado por: Mayara Amanda
Pressão Controlada
Para o encapsulamento do anti-hipertensivo, foi utilizada a ciclodextrina, substância formada por molécula de glicose de dimensões nanométricas, que apresentam em seu interior uma cavidade hidrofóbica onde fica abrigado o princípio ativo. Além de não alterar as propriedades da angiotensina 1-7, o fármaco permite a lenta absorção de droga pelo organismo, o que reduz sua toxicidade e a torna mais eficaz.
Referência: Ciência Hoje, vol 44 nº 263, setembro, 2009, pág: 66-67. Sheila Kaplan.
Postado por: Mayara Amanda
terça-feira, 20 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010
Síndrome de Fanconi

A síndrome de Fanconi pode ser hereditária como também pode ser causada pela ingestão de metais pesados ou de outros agentes químicos, como o uso da tetraciclina com data de validade ultrapassada. A deficiência de vitamina D, o transplante de rim, o mieloma múltiplo ou a amiloidose, podem ser estar também envolvidos na origem desta síndrome.
Na síndrome de Fanconi hereditária, os sintomas normalmente iniciam durante a infância, com fraqueza e dor óssea além da notória diurése excessiva.
O diagnóstico pode ser feito somando os sintomas referidos a um exame de sangue que revela acidez elevada do sangue e urina com concentrações elevadas de glicose, fosfato, bicarbonato, ácido úrico, potássio e sódio.
O tratamento visa, neutralizar a acidose do sangue com a utilização do bicarbonato de sódio, a suplementação oral de potássio pode ser necessária, assim como a suplementção de fosfato e de vitamina D.
O transplante renal pode em alguns casos salvar a vida do paciente.
postado por :EDGLER C.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Síndrome de Cushing

A síndrome de Cushing também é uma doença relativamente comum em cães domésticos.
Sinais e sintomas
Os principais sintomas são o aumento de peso, com a gordura se depositando no tronco e no pescoço, preenchendo a região acima da clavícula e a parte detrás do pescoço, local onde se forma um importante acúmulo denominado de "giba". A gordura também se deposita no rosto, na região malar ("maçãs do rosto"), onde a pele fica também avermelhada, formando-se uma face que é conhecida como de "lua-cheia". Ocorre também afilamento dos braços e das pernas com diminuição da musculatura, e, conseqüente, fraqueza muscular que se manifesta principalmente quando o paciente caminha ou sobe escadas. A pele vai se tornando fina e frágil, fazendo com que surjam hematomas sem o paciente notar que bateu ou contundiu o local. Sintomas gerais como fraqueza, cansaço fácil, nervosismo, insônia e labilidade emocional também podem ocorrer. Nas mulheres são muito freqüentes as alterações menstruais e o surgimento de pêlos corporais na face, no tórax, abdômen e nos braços e pernas. Como grande parte dos pacientes desenvolve hipertensão arterial e diabetes, podem surgir sintomas associados ao aumento da glicose e da pressão arterial tais como dor de cabeça, sede exagerada, aumento do volume urinário, aumento do apetite e visão borrada. Quando ocorre aumento importante dos pêlos, pode ocorrer também o surgimento de espinhas (acne) na face e no tronco, e nas mulheres pode surgir mudança na voz, queda do cabelo semelhante a calvície masculina e diminuição das mamas. Esses sintomas se associam com tumores de supra-renal.
No abdômen e no tórax podem ser observadas estrias de cor avermelhada e violeta, algumas vezes com vários centímetros de largura. Algumas pessoas apresentam também colelitíase (pedras na vesícula) e conseqüentemente cólica. A osteoporose é freqüente, provocando dores na coluna e às vezes fraturas nos braços, pernas e na coluna, nos casos de uso continuo por um longo periodo pode tambem apresentar raias de vasos sanguineos na pele, sendo mais visivel no rosto
Síndrome de Klinefelter

[editar] Evolução e sintomas
É de esperar que indivíduos com a síndrome de Klinefelter tenham uma esperança média de vida normal, no entanto há a referir um aumento considerável de acidentes vasculares cerebrais (6 vezes superior à população geral), assim como na incidência do câncer (1,6%). O atraso da linguagem (51%), o atraso motor (27%) e problemas escolares (44%) complicam o desenvolvimento destas crianças e em alguns estudos estão descritos comportamentos anti-sociais e psiquiátricos. Outros apontam para uma boa adaptação social e no trabalho.
Outra complicação é o défice auditivo, no entanto não está descrito um aumento da frequência de infecções respiratórias na infância, ao contrário das doenças auto-imunes (diabetes mellitus; doenças do colagéneo)
[editar] Tratamento e prevenção das complicações
Tecido mamário em homem com a Síndrome de Klinefelter.Esta síndrome raramente é diagnosticada no recém-nascido face à ausência de sinais específicos. O diagnóstico precoce permite a intervenção antecipada, seja ela psicológica ou farmacológica. O rastreio de problemas visuais e auditivos, assim como a avaliação do desenvolvimento, devem ser realizados periodicamente. As anomalias constatadas devem ser seguidas em consultas de especialidade.
Muitas vezes detecta-se a anomalia apenas quando problemas comportamentais, desenvolvimento pubertal anómalo ou infertilidade aparecem. A puberdade apresenta problemas particulares secundários aos problemas genitais já referidos. Para uma melhor resposta, o tratamento com testosterona deve ser iniciado pelos 11-12 anos de idade. Está demonstrada a sua eficácia numa percentagem importante de doentes, tanto em aspectos psicossociais como físicos. Por estes motivos estas crianças e adultos jovens devem ser acompanhados numa consulta de endocrinologia.
Esta anomalia genética está associada à idade materna avançada. Num casal com um filho com a síndrome de Klinefelter, o risco de recorrência é igual ou inferior a 1%. O estudo familiar é habitualmente desnecessário, salvo em raras situações. Nem sempre a infertilidade é a regra. Caso se encontrem indivíduos férteis, deve ser oferecido o diagnóstico pré-natal a fim de excluir alterações cromossómicas uma vez que existe um risco acrescido das mesmas.
Síndrome de Turner

Característica do Portador
Quando adultas apresentam geralmente baixa estatura, não mais que 150 cm; linha posterior de implantação dos cabelos baixa (na nuca) ; pescoço alado; retardamento mental; genitálias permanecem juvenis; ovários são atrofiados e desprovidos de folículos, portanto, essas mulheres não procriam, exceto em poucos casos relatados de Turner férteis; devido à deficiência de estrógenos (hormônio feminino) elas não desenvolvem as características sexuais secundárias ao atingir a puberdade, sendo, portanto, identificadas facilmente pela falta desses caracteres; assim, por exemplo, elas não menstruam (isto é, tem amenorréia primária); grandes lábios despigmentados; pêlos pubianos reduzidos ou ausentes; desenvolvimento pequeno e amplamente espaçados da mamas ou mamas ausentes; pelve andróide, isto é, masculinizada; pele frouxa devido à escassez de tecidos subcutâneos, o que lhe dá aparência senil; unhas estreitas; tórax largo em forma de barril; anomalias renais, cardiovasculares e ósseas No recém nascido, há freqüentemente edemas nas mãos e no dorso dos pés, que leva a suspeitar de anomalia.
Tratamento
Em decorrência da disgenesia ovariana, a única fonte de estrógeno para essas pessoas são as supra-renais; como a taxa desses hormônios é baixa, as pacientes devem receber aplicações de estrógenos para estimular o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e o aparecimento da menstruação. Usualmente esse tratamento tem início aos 16 anos para evitar que os estrógenos aplicados retardem ainda mais o crescimento.
A constituição cromossômica, em metade dos casos, é 45, X, falta o segundo cromossomo sexual, X ou Y. O erro na formação do gameta costuma ser paterno, em até 80%. Contudo, 50% dos casos possuem outros cariótipos, sendo o mosaicismo 45, X / 46, XX é responsável por 25% dos casos.
síndrome de Asperger

O termo "síndrome de Asperger" foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma homenagear Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990. A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, na sua quarta edição, em 1994
A SA é mais comum no sexo masculino. Quando adultos, muitos podem viver de forma comum, como qualquer outra pessoa que não possui a síndrome. Há indivíduos com Asperger que se tornaram professores universitários (como Vernon Smith, "Prémio Nobel" de Economia de 2002). No entanto, no Reino Unido estima-se que apenas 12% terá emprego de período integral.
Alguns sintomas desta síndrome são: dificuldade de interação social, falta de empatia, interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças, perseveração em comportamentos estereotipados. No entanto, isso pode ser conciliado com desenvolvimento cognitivo normal ou alto.
Alguns estudiosos afirmam que grandes personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger, como os físicos Isaac Newton e Albert Einstein, o compositor Mozart, os filósofos Sócrates e Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o enxadrista/xadrezista Bobby Fischer.
Características
A SA é caracterizada por:
Interesses específicos e restritos ou preocupações com um tema em detrimento de outras atividades;
Rituais ou comportamentos repetitivos;
Peculiaridades na fala e na linguagem;
Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo;
Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interação interpessoal;
Problemas com comunicação;
Habilidade de desenhar para compensar a dificuldade de se expressar verbalmente;
Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados.
Segundo alguns estudos, apresentam imaginação e criatividade fantasiosa mais reduzida do que uma criatividade com bases em fatos reais
Frequentemente, por um Q.I. verbal significativamente mais elevado que o não-verbal
A Síndrome de Asperger na criança pode se desenvolver como um nível de foco intenso e obsessivo em assuntos de interesse, muitos dos quais são os mesmos de crianças normais. A diferença de crianças com SA é a intensidade incomum desse interesse. Alguns pesquisadores sugeriram que essas "obsessões" são essencialmente arbitrárias e carecem de qualquer significado ou contexto real. No entanto, pesquisa recente sugere que geralmente não é esse o caso.
Algumas vezes, os interesses são vitalícios; em outros casos, vão mudando a intervalos imprevisíveis. Em qualquer caso, são normalmente um ou dois interesses de cada vez. Ao perseguir estes interesses, portadores de SA freqüentemente manifestam argumentação extremamente sofisticada, um foco quase obsessivo e uma memória impressionantemente boa para dados factuais (ocasionalmente, até memória eidética).[38] Hans Asperger chamava seus jovens pacientes de "pequenos professores" por que ele achava que seus pacientes tinham como compreensão um entendimento de seus campos de interesse assim como os professores universitários.
Pessoas com Síndrome de Asperger podem ter pouca paciência com coisas fora destes campos de interesse específico. Na escola, podem ser considerados inaptos ou superdotados altamente inteligentes, claramente capazes de superar seus colegas em seu campo do interesse, e ainda assim constantemente desmotivados para fazer deveres de casa comuns (às vezes até mesmo em suas próprias áreas de interesse). Outros podem ser hipermotivados para superar os colegas de escola. A combinação de problemas sociais e de interesses específicos intensos pode conduzir ao comportamento incomum, tal como abordar um desconhecido e iniciar um longo monológo sobre um assunto de interesse especial em vez de se apresentar antes da maneira socialmente aceita. Entretanto, em muitos casos os adultos podem superar estas impaciências e falta de motivação e desenvolver mais tolerância às novas atividades e a conhecer pessoas.
Elixir da Lembrança
No futuro, pessoas com dificuldade para memorizar poderão ter um importante aliado terapêutico: o butirato sódico, um neuroprotetor que reforça sinapses e melhora o processo de aprendizagem e memorização. Reolon explica que, durante a formação das memórias de longa duração, acredita-se que alguns genes produzam proteínas que reforçam as sinapses responsáveis pela formação e manutenção da memória. “Mas algumas enzimas, como os histonas desacetilazes, freiam as ação desses genes, prejudicando a formação das memórias duradouras”. Para impedir a ação dessas enzimas, os pesquisadores utilizaram o butirato sódico, substância capaz de inibir as HDACs.
Postado por: Mayara Amanda
Referência: Ciência Hoje, vol 44 nº 263, setembro, 2009. Luan Galani
domingo, 11 de julho de 2010
Doe Sague, Doe Vida!

sábado, 10 de julho de 2010
POLÍTICA NACIONAL DE SANGUE E HEMODERIVADOS
A Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados, que coordena o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados – SINASAN, tem por finalidades: implementar a Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados, garantir auto-suficiência do País em hemocomponentes e hemoderivados e harmonizar as ações do Poder Público em todos os níveis de governo, relacionadas à atenção hemoterápica e hematológica, conforme Decreto nº 3.990, de 30/10/2001, a chamada “Lei do Sangue”.
Missão:
"Desenvolver políticas que promovam o acesso da população à atenção hematológica e hemoterápica com segurança e qualidade
AJUDAR TÁ NO SANGUE
Veja a lista de hemocentros no Brasil
Veja a lista de Secretarias de Saúde no Brasil
CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE
A campanha nacional de incentivo à doação de sangue de 2010 tem como lema: Doe Sangue e Faça Alguém Nascer de Novo.
No site é possivel acompanhar depoimentos de diversas pessoas que passaram por uma transfusão de sangue e foram salvos, graças a estas doações.
Site:www.facaalguemnascerdenovo.com.br
Ministério da Saúde
Postado por:Ana Carolina





