quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

PESQUISA DESCOBRE NEUROTOXINA DO ALZHEIMER QUE CAUSA DEPRESSÃO


Um estudo realizado por cientistas brasileiros da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descobriu um agente responsável pela associação entre a doença de Alzheimer e a depressão.
De acordo com os resultados da pesquisa, as neurotoxinas oligômeros de abeta, em maior quantidade no cérebro de pessoas com Alzheimer e os principais responsáveis pela perda de memória nas fases iniciais da doença, também são capazes de provocar sintomas de depressão.
Os oligômeros atacam as conexões entre os neurônios, prejudicando o processamento de informações. Como essas neurotoxinas são solúveis no líquido que banha o cérebro, os cientistas aventaram que elas acabam se diluindo e atacando o órgão em várias regiões, inclusive aquelas relacionadas à depressão.
Para testar a hipótese, foram aplicados oligômeros de abeta no cérebro de camundongos. Depois de 24 horas, os roedores foram submetidos a testes que identificaram comportamentos depressivos nos animais, confirmando a relação. Em seguida, surgiu uma segunda descoberta: ao administrarem o antidepressivo fluoxetina para reverter o quadro de depressão, observou-se concomitantemente melhoria na memória.
Para o neurologista e coordenador da pesquisa, Sérgio Ferreira, professor do Instituto de Bioquímica da UFRJ, os resultados são um passo muito importante para o estudo do tratamento de Alzheimer, embora a associação clínica entre a doença e a depressão já tenha sido feita há muito tempo. “Sabe-se que quem teve depressão sofre mais risco de desenvolver Alzheimer e vice-versa. O nosso trabalho fornece a explicação para isso, mostra por qual motivo as duas doenças são associadas. Com essa descoberta, já se sabe que tratamentos de depressão talvez possam funcionar para amenizar os sintomas de Alzheimer.”
Apesar do resultado promissor, não haverá testes em seres humanos no Brasil. “Gostaríamos de fazer isso por aqui, mas infelizmente ainda não temos infraestrutura suficiente. Aqui os recursos são bem limitados. Provavelmente essa fase deve ser realizada no exterior, baseado no que foi descoberto por aqui”, afirma Ferreira.

FONTE: http://drauziovarella.com.br

quarta-feira, 28 de março de 2012

Novo exame de sangue pode prever infarto semanas antes

Um novo exame de sangue pode ser útil para ajudar os médicos a prever quem está prestes a sofrer um infarto. A descoberta tem como base um estudo realizado pelo Instituto Scripps de Pesquisa, de La Rolla, na Califórnia, divulgado nesta quarta-feira (22), na revista "Science Translational Medicine".


Durante um infarto – ou ataque cardíaco - a pessoa sente dor no peito em pontadas, aperto ou queimação e tem sudorese. No Brasil, ao menos 300 mil pessoas morrem por ano em decorrência de doenças do coração, como o infarto e o AVE, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia.


Os principais fatores de risco são o tabagismo, estresse, pressão alta, colesterol alto, diabetes, sedentarismo e a história de infarto na família.


A pesquisa americana conclui que as células provenientes da medula óssea e que circulam nos vasos sanguíneos de pacientes que sofreram ataques cardíacos tinham tamanhos diferentes e maiores do que o normal, além de frequentemente aparecerem com núcleos múltiplos. Isso indica que elas poderiam sinalizar um risco de ruptura da placa de gordura dentro da artérie – que causa o infarto.
"A capacidade de diagnosticar um ataque cardíaco iminente tem sido considerada o 'santo Graal' da medicina cardiovascular", disse ao G1 Eric Topol, principal pesquisador do estudo e diretor do instituto.


Segundo o especialista, a descoberta é importante e “pode ajudar a mudar o futuro da medicinacardiovascular”.


FONTE: PORTAL DA EDUCAÇÃO

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Enfermagem - SE LIGA!!!


Sabemos que a administração de medicamentos é um dos procedimentos mais cruciais para a enfermagem. Tão importante como ter conhecimento sobre os efeitos e reações que o medicamento pode causar, é necessario ter competência e habilidade para administrar tais medicações, passando assim para o paciente confiança e segurança, minimizando a ansiedade e aumentando assim a eficácia da medicação.

Para uma administração segura existe na literatura os CERTOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS, uma sequência de métodos que toda equipe de enfermagem, principalmente o enfermeiro, tem e deve ter pleno conhecimento da sua importância e expressividade em relação a segurança do paciente.

Até pouco tempo conhecíamos os 05 CERTOS: PACIENTE CERTO, MEDICAMENTO CERTO, VIA CERTA, HORA CERTA E DOSE CERTA!

Mas vamos nos atualizar!!

já está sendo iniciado a implantação dos 09 CERTOS:

  • PACIENTE CERTO
  • MEDICAMENTO CERTO

  • DOSE CERTA
  • VIA CERTA
  • HORA CERTA
  • TEMPO CERTO
  • VALIDADE CERTA
  • ABORDAGEM CERTA
  • REGISTRO CERTO

Os nove certos vêm sendo trabalhado pela REBRAENSP (Rede Brasileira de Enfermagem em Segurança do Paciente).

A implantação dos 9 certos vem acontecendo gradativamente como na USP e no Hospital Estadual Sumaré que tem trazido uma grande reflexão a enfermagem frente ao seu indispensável papel na terapia medicamentosa. Traz-nos uma mudança de cultura, no entendimento de ser uma categoria profissional não apenas cumpridora de tarefas para tornar-nos uma barreira crítica, através do conhecimento farmacológico da drogas, seus riscos e a proximidade constante ao paciente

A segurança do paciente está intrinsecamente relacionada ao estabelecimento de medidas de prevenção aos riscos evidenciados nos processos de trabalho e ao uso dos recursos humanos como barreira para os eventos adversos.

Então, para que sejam evitados erros ao administração de medicações, deve-se conferir sempre os nove passos certos para administração medicamentosa segura.

Fonte: Portal da Saúde

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

25 de novembro - Dia Nacional do Doador de Sangue



No dia 25 de novembro é celebrado o Dia Nacional do Doador de Sangue, data que serve para incentivar a população a dirigir-se até os hemocentros e realizar esse ato de solidariedade. Se você ainda não é um Doador, corra logo ao Hemocentro de sua cidade e cadastre-se, seja um doador, salve vidas!!!

Saiba mais....

Como é a doação?

Ao chegar, a pessoa passa por uma entrevista e é submetida ao teste de Hemoglobina ou micro-hematócrito (para verificar se o doador está com anemia), verificação dos sinais vitais (pressão arterial, batimento cardíaco e temperatura). Não havendo problemas, a pessoa estará habilitada para doar.

Condições para doar sangue

Estar em boas condições de saúde, apresentar documento de identidade original ou documento com foto, ter entre 18 e 65 anos e pesar no mínimo 50 kg, ter descansado no mínimo 6 horas nas últimas 24 horas, não estar gripado ou com febre e nem estar grávida ou amamentando e não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 6 horas.

Interessante você saber que:

A doação não traz risco à saúde, uma vez que todo material utilizado é descartável, a mulher em período menstrual pode doar, desde que não esteja sentindo cólicas, dor de cabeça ou com fluxo muito grande.

Quem doa sangue uma vez não é obrigado a doar sempre, mas pode doar quantas vezes quiser.

Intervalo mínimo entre as doações:

Homens - 60 dias e no máximo 4 vezes ao ano;

Mulheres - 90 dias e no máximo 3 vezes ao ano.

FAÇA PARTE DESSE GRUPO - SEJA UM DOADOR.


fonte:http://www.agencia.ac.gov.br

Em parceria com o Ministério da Saúde. www.saude.gov.br/


Mykaelle Costa

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Semana Mundial da Amamentação

Campanha da Amamentação convoca sociedade a apoiar a mulher



Nas atividades da Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vão defender o apoio de todos para garantir às mães condições de amamentar seus filhos até os dois anos de idade, seguindo recomendação da Organização Mundial de Saúde. Apesar do tempo médio do período de aleitamento materno no país ter aumentado um mês e meio, de 1999 a 2008, o Brasil ainda está em um patamar baixo. A OMS considera como ideal que 90% a 100% das crianças menores de seis meses tenham no aleitamento materno um alimento exclusivo. No Brasil, esse índice é de 41%.


BENEFÍCIOS – O aleitamento materno é a mais antiga estratégia natural de vínculo, proteção e nutrição para a criança. Constitui a mais econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão. Funciona como uma vacina, protegendo a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.

Para as mães, o ato de amamentar ajuda na perda peso mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. Também reduz o risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário.

ECONOMIA - Não amamentar pode significar sacrifícios para uma família com pouca renda. Em 2004, o gasto médio mensal com a compra de leite para alimentar um bebê nos primeiros seis meses de vida no Brasil variou de 38% a 133% do salário-mínimo, dependendo da marca da fórmula infantil.

AÇÕES – Para incentivar o aleitamento materno, o Ministério da Saúde possui a Rede Amamenta Brasil, que está presente em mais de mil Unidades Básicas de Saúde do País. Existe também a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, em parceria com a UNICEF, que hoje já conta com 337 hospitais credenciados em todos os estados brasileiros e o Método Canguru, que promove o contato pele a pele entre mãe e bebê.

Também faz parte das ações de incentivo, o programa de Apoio à Mulher Trabalhadora que Amamenta. Nesta ação, o Ministério da Saúde capacita profissionais para sensibilizar gestores e empregadores a adotarem uma série de medidas de apoio à amamentação da mulher trabalhadora. Entre as medidas, destacam-se a adesão à licença maternidade de seis meses, a implementação de salas de apoio à amamentação nas empresas, o respeito às leis que protegem este ato, entre outras.

REDE CEGONHA - No dia 28 de março de 2011, o Governo Federal reforçou as estratégias de fortalecimento da atenção integral à saúde da mulher e do recém-nascido com o lançamento da Rede Cegonha. A Rede tem entre suas principais ações a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

Saiba mais em: http://portal.saude.gov.br/

Brasil instala primeiro banco de leite humano em Cabo Verde

O Brasil inaugura nesta segunda-feira (1º/08) o primeiro banco de leite humano do Cabo Verde. “A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano mais uma vez rompeu fronteiras. Chegou à África em 2008 e, neste novo e desafiador continente, agora atua em três países: Moçambique, Angola e agora Cabo Verde”, lembra o coordenador da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (BLH), João Aprigio Guerra de Almeida. Para marcar a inauguração, o ministro Alexandre Padilha faz um pronunciamento para os 23 países que integram a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, durante abertura da Semana Mundial de Amamentação, às 9 horas, no Rio de Janeiro.

Padilha lança, nessa mesma ocasião, o projeto Tel@ rBLH (Telessaúde), que visa ampliar o intercâmbio do conhecimento e a transferência de tecnologia no âmbito de atuação da rede de bancos de leite humano e de suas respectivas interfaces no campo da saúde da mulher e da criança. O coordenador da Rede BLH avalia que a ação coordenada, a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e um efetivo sistema de gestão do trabalho em rede são os mais importantes elementos de sustentação para a expansão e consolidação dessa rede.

“A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL) projetou um incremento populacional de 19,4%, entre 2005 e 2020. Esta expansão representa uma expectativa de cerca de 11,6 milhões de nascimentos no período. Nesse contexto, o aleitamento materno se configura como uma ação estratégica no que tange a reversão dos índices de morbidade e mortalidade infantil que persistem na região”, explica Almeida.

LIDERANÇA E APOIO - O coordenador da Rede BLH salienta que se trata de uma iniciativa pioneira, que muito contribuirá para que o Rede Cegonha alcance seus objetivos em termos de qualificação da atenção neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional. Almeida explica ainda que o diferencial da iniciativa brasileira está no fato de o Sistema Único de Saúde tratar o leite como um alimento funcional e selecionar diferentes tipos de leite para atender a necessidades específicas dos bebês. “Além disso, não tratamos o leite materno apenas como uma secreção. Nós também visamos apoiar o aleitamento”, resume.

Composta por 201 bancos de leite em operação e 15 em fase de implantação, a Rede BLH é a maior e mais complexa do mundo. Por ano, cerca de 150 mil litros de leite humano pasteurizado com qualidade certificada são distribuídos a mais de 135 mil recém-nascidos internados em unidades de terapia intensiva ou semi-intensiva, envolvendo a participação de 115 mil mães que integram voluntariamente o programa de doação. Além disso, a cada ano mais de 1,35 milhões de mulheres, gestantes e nutrizes, recorrem aos Bancos de Leite Humano em busca de apoio assistencial para amamentar diretamente seus filhos.

“Dado o reconhecimento mundial da iniciativa brasileira, os bancos de leite passaram a figurar na nossa agenda de cooperação internacional e o Brasil assumiu a liderança nessa área, exportando um conjunto de tecnologias com custo baixíssimo, mas que beneficia mais de 173 mil recém-nascidos abaixo do peso”, observa Almeida. As tecnologias foram desenvolvidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).


Fontre: http://portal.saude.gov.br

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Atenção!!!! Vacinação contra a paralisia infantil começa nesse sábado dia 18 de junho

Primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio começa neste sábado


Todas as crianças menores de 5 anos devem receber as duas gotinhas para prevenir a paralisia infantil. Em oito estados, também haverá vacinação contra sarampo, para crianças de 1 ano a menores de 7 anos .









Os postos de saúde de todo o país funcionarão neste sábado (18) durante o Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Todas as crianças de zero a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas gotinhas contra a paralisia infantil. A meta é vacinar pelo menos 95% das 14.148.182 crianças nessa faixa etária, em todo o Brasil. A segunda fase da campanha será no dia 13 de agosto, quando meninos e meninas dessa idade devem ser novamente levados aos postos, para tomar mais duas gotinhas.


A convocação dos pais e dos responsáveis para levar as crianças aos postos de vacinação começou no último domingo, por meio da campanha publicitária veiculada nos principais meios de comunicação do país. O Ministério da Saúde investiu R$ 46,6 milhões na compra e distribuição das vacinas a serem usadas nas duas etapas da campanha nacional. Além disso, transferiu R$ 20,2 milhões às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, para organizarem a campanha. Ao todo, o Ministério da Saúde enviou 21.665.465 doses para todos os estados e o Distrito Federal (confira a tabela 1). A pólio é uma doença infectocontagiosa grave.


Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a infecção se dá principalmente por via oral. O Brasil está livre da poliomielite há mais de 20 anos. O último caso da doença no país foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. Porém, é importante continuar vacinando as crianças porque o vírus da paralisia infantil permanece ativo em outros países. De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos da doença e quatro deles são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.


Saiba mais: Ministério da Saúde (http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm)


Mykaelle Costa

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Erisipela Bolhosa

O QUE É?

É um tipo mais grave erisipela, mais profundo. Normalmente, a erisipela é superficial e cresce horizontalmente. Às vezes, porém, pode crescer em profundidade e afetar a gordura e o músculo, constituindo casos bem mais graves, com toxemia severa. O paciente fica largado na cama.
Em geral, a erisipela bolhosa acomete pacientes imunossuprimidos, com câncer avançado, HIV-positivos, diabéticos descompensados, e pode evoluir para exposição ou destruição do músculo.
Existem, ainda, a fasceíte necrozante, uma forma grave da doença que destrói o músculo, e formas genitais como a gangrena de Fournier, descrita há muitos anos, que pode destruir os genitais.
Erisipela é uma infecção que bem controlada evolui bem. Caso contrário, pode ter graves conseqüências.


PORQUE OCORRE A ERISIPELA?

A erisipela ocorre porque uma bactéria (um Estreptococo) penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas “frieiras”), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal.

COMO SE APRESENTA?

A localização mais freqüente é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos, mas pode ocorrer em outras regiões como face e tronco. No início, a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente. Com a progressão da infecção, o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado e,por fim, a necrose da pele. É comum o paciente queixar-se de “íngua” (aumento dos gânglios linfáticos na virilha).



COMO O MÉDICO DIAGNÓSTICA?

O diagnóstico é feito apenas pelo exame clínico, analisando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Não há necessidade de nenhum exame de sangue ou de outro exame especial da circulação, a não ser para acompanhar a evolução do paciente.

COMPLICAÇÕES

A seqüela mais comum é o linfedema, que é o edema persistente e duro (não forma uma depressão na pele quando submetido à compressão com os dedos), localizado principalmente na perna e no tornozelo, resultante dos surtos repetidos de erisipela.



TRATAMENTO

O tratamento consta de várias medidas realizadas ao mesmo tempo e só deve ser administrado pelo médico:
1 – Uso de antibióticos específicos para eliminar a bactéria causadora.
2 – Redução do inchaço, fazendo repouso absoluto com as pernas elevadas, principalmente na fase inicial. Pode ser necessário o enfaixamento da perna para diminuir o edema mais rapidamente.
3 – Fechamento da porta de entrada da bactéria, tratando as lesões de pele e as frieiras.
4 – Limpeza adequada da pele, eliminando o ambiente adequado para o crescimento das bactérias.
4 – Uso de medicação de apoio, como antiinflamatórios, antifebris, analgésicos e outras que atuam na circulação linfática e venosa.


PREVENÇÃO

As crises repetidas de erisipela podem ser evitadas através de cuidados higiênicos locais, mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos, tratando adequadamente as frieiras, evitando e tratando os ferimentos das pernas e tentando manter as pernas desinchadas.
Deve-se evitar engordar, bem como permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado.O uso constante de meia elástica é uma grande arma no combate ao inchaço, bem como fazer repouso com as pernas elevadas sempre que possível.
Procurar um especialista quando apresentar qualquer dos sintomas iniciais da doença, relatados anteriormente.

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/erispela/

http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/1963/erisipela

Postado Por: Ana Carolina



quarta-feira, 11 de maio de 2011

Conduta de Enfermagem com o Pé Diabetico

"A diabetes é uma doença antiga, já muito estudada e conhecida pela medicina, mas que persiste gerando inúmeras mortes, complicações, estados de dependência e gastos com a saúde. Uma complicação grave e relativamente comum é a amputação de partes dos membros inferiores, em conseqüência a infecções em ferimentos dos pés. Aprenda a evitá-los".

Como a diabetes gera complicações nos pés?

A persistência de um alto nível de glicose no sangue durante muito tempo pode causar lesões nos vasos sanguíneos, reduzindo a chegada de sangue aos pés. Esta redução da circulação pode enfraquecer a pele, contribuir para o aparecimento de ferimentos e dificultar a cicatrização dos mesmos. Além disso, o excesso de açúcar no sangue pode lesar os nervos, reduzindo a capacidade de sentir dor e pressão sobre os pés. Sem essas sensações, é fácil desenvolver calos de pressão, lesar a pele, os ossos, as articulações e os músculos acidentalmente. Com o tempo, lesões do osso e articulações podem alterar toda a modelagem do pé. As lesões dos nervos também, uma vez que elas acabam por enfraquecer os músculos locais.

Quais as possíveis conseqüências das complicações nos pés?

A diabetes pode gerar diferentes tipos de complicações nos pés, incluindo pé de atleta (uma infecção por fungos), calos e úlceras que podem ser desde superficiais até muito profundas. Complicações mais sérias incluem infecções profundas de pele e osso.

A complicação mais séria é a gangrena (apodrecimento e morte dos músculos e da pele do pé), que pode culminar com a necessidade de amputação do pé. Cerca de 5% dos indivíduos com diabetes eventualmente são submetidos à amputação de um pé. Mas esta trágica consequência pode ser evitada em 90% dos casos, se houver controle adequado dos níveis de glicose no sangue e um cuidado diário com os pés.

Os fatores que aumentam o risco de ocorrência de complicações são: a existência prévia de úlceras, a existência de lesões nos nervos, circulação deficiente e controle precário da glicemia.

Como prevenir?

Pacientes com diabetes tipo 1 devem passar por uma avaliação anual dos pés após 5 anos de diagnóstico. Já os pacientes com diabetes tipo 2 devem iniciar o acompanhamento dos pés 1 ano após o diagnóstico.

Durante este exame, o médico checa sinais e sintomas que sugiram circulação deficiente, lesão neurológica, alterações de pele e deformidades. Os pacientes devem estar atentos e relatar ao médico quaisquer alterações que tenham percebido com relação aos seus pés.

São sinais de circulação deficiente: pulsos fracos, pés frios, pele azulada e falta de pêlos. São sinais de lesão neurológica: sensações incomuns nos pés e pernas, como dor, queimação, formigamento, frio e cansaço. Será útil se o paciente souber perceber e descrever a ocorrência destas sensações, o local afetado por elas e quais medidas aliviam os sintomas. Algumas vezes a lesão neurológica pode ocorrer gradualmente sem gerar sintomas, até que a pessoa perca a sensibilidade a ponto de ferir os pés em alguma pedra ou mesmo no próprio sapato, sem perceber. O perigo maior, neste caso, é a pessoa só perceber a lesão quando ela já estiver infectada. Por este motivo é que o médico deve avaliar se o paciente já apresenta alguma alteração ou perda das sensações nos pés.

O exame pode revelar alterações nos reflexos e perda da capacidade de perceber pressão, vibração, alfinetadas e alterações na temperatura. O médico dispõe de equipamentos especiais para ajudar a quantificar a extensão de qualquer lesão no nervo.

As alterações de pele também devem ser avaliadas, devendo-se estar atento para ressecamento excessivo, rachaduras ou descamações, que evidenciam um comprometimento do efeito protetor da circulação. Também deve-se estar atento para calos, ferimentos e rachaduras entre os dedos.

A aparência e forma dos pés podem ser reflexo das lesões dos nervos.

Que medidas podem reduzir o risco das complicações no pé do diabético?

Um controle adequado do sangue pode reduzir as lesões em vasos e nervos que vão predispor às complicações. Nos casos em que já há lesões, o controle adequado da glicemia reduz o risco da lesão progredir para uma amputação. Algumas ações simples como as seguintes podem reduzir o risco de complicações no pé:

- Não fumar: o cigarro agrava problemas vasculares e cardíacos e reduz a qualidade da circulação nos seus pés.

- Evitar atividades que podem lesar seus pés: evitar andar descalço, manter os pés secos e limpos, aplicar loção hidratante para evitar pele seca e rachaduras, tomar cuidado ao cortar as unhas, não retirar cutículas, não estourar bolhas, avaliar os pés diariamente (principalmente entre os dedos) em busca de lesões.

- Escolha meias e sapatos com cuidado, preferindo meias de algodão e sapatos confortáveis.

- Troque de sapato todos os dias. Não use o mesmo sapato mais de um dia seguido, e use novos sapatos aos poucos, para evitar bolhas.

- Peça ao médico para examinar seus pés ao menos uma vez por ano, e mais frequentemente se você estiver notando alguma alteração.

Como tratar as complicações dos pés?

Este tratamento depende da presença e da gravidade de úlceras nos pés. Para úlceras superficiais envolvendo apenas a superfície da pele, o tratamento inclui cuidado profissional para limpar a úlcera, retirando as partes que já estiverem mortas. Se houver infecção, devem ser prescritos antibióticos. O paciente (ou alguém em sua residência) deverá limpar a úlcera e aplicar um curativo limpo duas vezes ao dia, devendo também manter repouso e manter o pé machucado elevado. A úlcera deve ser avaliada semanalmente por um profissional, que irá verificar se o tratamento está sendo eficaz. No caso de úlceras mais profundas, envolvendo músculos e ossos, usualmente é necessária a hospitalização, o uso de antibióticos endovenosos e a realização de alguns exames de sangue e radiografias. Algumas vezes chega a ser necessária a remoção de ossos infectados.

Quando partes dos pés ou dedos dos pés se tornam gravemente lesados, com tecido morto sem chance de ser recuperado, torna-se necessária a amputação (das áreas com tecido morto), que só é realizada em último caso.

Quais os tratamentos no futuro?

Várias pesquisas vêm sendo realizadas com o tratamento das complicações do pé diabético. As novas opções incluem alguns tratamentos de eficácia já comprovada e disponíveis no mercado, mas ainda caros, como a “medicina hiperbárica”, que consiste da exposição da úlcera a elevados níveis de oxigênio, estimulando o crescimento celular através de uma oferta aumentada de oxigênio (que é um agente importante da cicatrização). Outras opções em andamento são os tecidos sintéticos, o crescimento artificial da pele, as substâncias que estimulam a cicatrização e a estimulação elétrica.

Viva tranqüilo com o seu pé

Para os pacientes com diabetes, as complicações do pé são um perigo constante. Entretanto, se você e seu médico trabalharem juntos, podem elaborar um plano de tratamento para deixar seus pés tão saudáveis quanto possível. Ao mesmo tempo em que os exames médicos de rotina são com certeza importantes, seu cuidado diário com os pés tem um importante papel para evitar complicações antes que elas ocorram. Você pode aprender muito sobre esse assunto com o seu médico.


postado por: EDGLER CABOCLO

sábado, 30 de abril de 2011

É um distúrbio metabólico causado pela falta relativa ou absoluta de insulina no organismo. Insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem a função de facilitar a absorção da glicose pelo organismo. Quando a insulina é produzida em quantidade insuficiente ou atua de forma inadequada, a glicose deixa de ser absorvida pelas células e acumula-se no sangue.A glicose que provém principalmente da alimentação, é o combustível do organismo, que circula na corrente sanguínea, mas que precisa da insulina para penetrar nas células do corpo. A insulina funciona neste processo como um bico injetor. Com a insuficiência da insulina ou inadequação da ação, os níveis de glicose aumentam e se concentram no sangue a taxas elevadas, caracterizando o diabetes. Em outras palavras, diabetes é o excesso de açúcar no sangue.
EXISTEM 2 TIPOS DE DIABETES

O TIPO 1 (insulino - dependente), é uma doença auto-imune: as células do sistema imunológico agridem as células produtoras de insulina destruindo-as, resultando na diminuição ou cessação da produção de insulina. As pessoas com este tipo de diabetes precisam aplicar injeções diárias de insulina, para controlar a doença, que em geral se inicia na infância ou na adolescência.

O TIPO 2 (não insulino-dependente), que atinge entre 80% e 90% dos diabéticos, ocorre na grande maioria dos casos entre os adultos. Neste tipo de diabetes a produção de insulina pelo pâncreas é normal, mas os tecidos do corpo se tornam resistentes à ação da insulina, impedindo a absorção da glicose pelo organismo, elevando, assim, a taxa de açúcar na corrente sanguínea.
SINTOMAS DA DOENÇA

Uma das características do diabetes é o fato de ser uma doença “silenciosa”. Uma proporção significativa dos doentes, que segundo alguns estudiosos pode chegar a 50% dos casos, não sabem que são diabéticos!

Por outro lado, basta um simples exame de sangue para detectar a doença. Ocorre que ainda nos países emergentes como o Brasil e mesmo nos países mais desenvolvidos como os Estados Unidos, a população não tem o hábito de fazer exames de saúde preventivos. No caso, recomenda-se que todas as pessoas façam exame de sangue anualmente.

Um dos principais sintomas do diabetes é a sede, que provoca o maior consumo de água, que provoca a produção de urina acima dos níveis de normalidade. O paciente se sente mais fraco, sente mais fome e pode apresentar uma inexplicável perda de peso, mesmo quando continua a se alimentar normalmente. Os pacientes referem indisposição e cansaço excessivo. Quando vários destes sintomas se apresentam simultaneamente, impõe-se a necessidade de exames visando identificar a elevação da dosagem de glicose no sangue.

TRATAMENTO

O tratamento deve ser prescrito pelo médico e sempre que possível apoiado por uma equipe multiprofissional, formada por médico, enfermeira, nutricionista, psicólogo, educador físico, podólogo, todos com treinamento apropriado e atualizado no tratamento do diabetes. São poucos os doentes obviamente, que têm acesso a um tratamento multidisciplinar como este.Como seus níveis de glicose mudam dia a dia, o diabético tem de empenhar-se para controlar a doença. Hoje a própria pessoa com diabetes tem condições de fazer em casa a medição de sua glicemia e pedir orientação ao médico para tomar as providências cabíveis ao seu estado naquele momento.

Obs. O diabetes não tem cura. Através do controle dos níveis de glicose no sangue, os diabéticos podem evitar que a doença traga conseqüências mais graves. Se houver variações intensas da glicemia, num período curto de tempo, como algumas horas ou dias, surgem as complicações agudas, mais freqüentes nos diabéticos insulino-dependentes.


Postado por:Ana Carolina



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Se Liga!!! Vacinação contra a gripe.





A vacina a ser distribuída protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). Para a realização da campanha, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 32 milhões de doses da vacina contra a influenza.



Para a vacinação de crianças, a orientação do Ministério da Saúde é que os pais levem seus filhos duas vezes aos postos de vacinação, para a aplicação de meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada a segunda dose.



Postado Por: Mykaelle Costa


veja: portal.saude.gov.br/

Ministério da Saúde anuncia estratégia de vacinação contra a gripe

A partir deste ano, além de idosos e populações indígenas, atendidos desde 1999, serão imunizadas crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais da saúde. A vacina a ser distribuída protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1).



A 13ª Campanha Nacional de Vacinação acontecerá no período de 25 de abril a 13 de maio em 65 mil postos em todo o país. No sábado seguinte ao início da campanha, 30 de abril, ocorrerá o Dia de Mobilização Nacional para estimular a ida da população aos pontos de imunização. “Estamos incluindo três grupos importantes na campanha e esse é o momento de sensibilizar e informar a população, principalmente esse novo público, para que procurem os postos de saúde durante a campanha e tomem a vacina”, afirmou o ministro Padilha.



A ampliação do público da campanha foi definida pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, com base em estudos epidemiológicos e observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da influenza.



As complicações da influenza (pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes, como diabetes e hipertensão) são mais comuns nesses grupos - idosos e crianças com idade entre seis meses e dois anos, além das gestantes, que também são muito vulneráveis. Neste caso, a principal forma de prevenção é a vacinação. A meta do Ministério da Saúde, estados e municípios é vacinar 80% da população alvo, o que representa cerca de 23,8 milhões de pessoas.



VACINAÇÃO DE CRIANÇAS – Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, quando será aplicada meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada, então, a segunda dose.



A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza vem contribuindo, ao longo dos anos, para a prevenção da gripe e suas complicações, além de causar um impacto considerável na redução das internações hospitalares, óbitos e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias.



Na população com mais de 60, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias. Entre os residentes em casas de repousos e/ou asilos, a redução na mortalidade chega a 60%.



Para a realização da campanha o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 33 milhões de doses da vacina contra a influenza, ao custo de R$ 229 milhões. A esse investimento somam-se os recursos das transferências fundo a fundo realizadas para as secretarias de saúde estaduais e municipais, que podem aplicá-los na aquisição de seringas, agulhas e outras despesas. A campanha conta ainda com recursos das próprias secretarias, possibilitando o funcionamento de aproximadamente 65 mil postos de vacinação.


SERVIÇO



- Quem será vacinado?



Toda a população de 60 anos ou mais, toda a população indígena (acima de 6 meses de vida), crianças com idade entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais de saúde.


Contraindicações



Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.


Postado Por: Mykaelle Costa




terça-feira, 26 de abril de 2011

Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros

Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos;



Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%. Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26 de maio), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP).




Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF. De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.




O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade. “Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.





Leia mais em:




FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE


Postado Por: Mykaelle Costa

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão (26 de Abril)

Nesta terça-feira, 26, é realizado o Dia Nacional do Combate à Hipertensão e a Sociedade Brasileira de Cardiologia, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde de vários lugaes do Brasil, promove a campanha "Eu sou 12 por 8", para conscientização e prevenção da hipertensão. Para combater este mal, que atinge cerca de 20% da população adulta do país, serão realizados vários eventos, com aferiação de pressão, palestras e distribuição de folhetos explicativos sobre a doença.Segundo a SBC, quem não mantém hábitos alimentares saudáveis, ingere muito sal, não faz atividades físicas, ingere muita bebida alcólica, é diabético ou tem histórico de familiares hipertensos tem mais propensão a desenvolver a doença. Mesmo quem tem pressão arterial controlada tem 50% a mais de chance de desenvolver o problema após os 55 anos.




Para se ter uma ideia, a pressão alta é a porta de entrada de vários outros males. Infarto do coração, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e renal e impotência sexual são apenas algumas das complicações decorrentes da hipertensão. Segundo a Organização Mundial de Saúde, quem é hipertenso e não faz o controle adequado pode ter uma redução na expectativa de vida de até 16 anos e seis meses.Um estilo de vida saudável, com atividade física regular, controle do peso, alimentação equilibrada, medições de uso constante, segundo prescrição, e acompanhamento médico periódico são importantíssimos para que a pressão arterial esteja sempre controlada.



LEI Nº 10.439, DE 30 DE ABRIL DE 2002.




Institui o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:




Art. 1º É instituído o "Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial", a ser comemorado anualmente no dia 26 de abril, com o objetivo de conscientizar a população sobre o diagnóstico preventivo e o tratamento da doença.




Art. 2º Na semana que antecede ao dia fixado no art. 1º, o Ministério da Saúde é autorizado a desenvolver, em todo o território nacional, campanhas educativas de diagnóstico preventivo da hipertensão arterial e de doenças cardiovasculares em geral.




Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 30 de abril de 2002; 181º da Independência e 114º da República.




FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Barjas Negri
D.O.U. de 2.5.2002




Fonte: www.planalto.gov.br



Postado Por: Mykaelle Costa

quarta-feira, 30 de março de 2011

Alho ajuda a combater a pressão alta

Um estudo da Universidade de Adelaide, na Austrália, comprovou que o alho pode ser bom contra a pressão alta. A pesquisa envolveu 50 pessoas e durou 12 semanas. Mas a melhora no quadro da pressão está no extrato de alho envelhecido, ingerido na forma de cápsulas. Ingerido com a comida, o alho perde seu efeito porque o ingrediente responsável pela redução da pressão arterial desaparece.

O suplemento do alho envelhecido age como uma arma contra a pressão sanguínea, pois atua de forma benéfica no fluxo sanguíneo.

O alho é considerado um alimento benéfico para a saúde há muito tempo. Os praticantes da medicina indiana Ayurveda conhecem há séculos seus benefícios. Além de agir contra a pressão alta, o bulbo tem capacidade anti-inflamatória, anti-oxidante, anti-cancerígena, anti-asmática e anti-microbiana.



Postado Por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 28 de março de 2011

Conheça o Projeto Hipertensão em Idosos: Capacitando Cuidadores


Um projeto de extensão que tem por objetivos:

- Capacitar cuidadores em relação aos cuidados e procedimentos na atenção ao idoso com hipertensão;

- Elaborar material educativo de apoio à capacitação dos cuidadores de idosos com hipertensão;

- Divulgar informações inerentes à hipertensão no âmbito da saúde coletiva;

Este projeto se iniciou após estímulo do Ministério da Saúde, que através de sua secretaria de comunicação, postou comentário em resposta a uma postagem sobre hipertensão arterial no blog desenvolvido pela equipe de acadêmicos da Faculdade Leão Sampaio - FALS no ano de 2010. Os membros da equipe, entusiasmados com a repercussão do blog, procuraram o professor orientador e iniciaram este projeto.

Diante do aumento da população de idosos e considerando que esta população apresenta alto índice de hipertensão arterial sistêmica, torna-se necessário ações que favoreçam a prevenção de complicações e de sequelas ocasionadas pelo distúrbio.

Frequentemente, pessoas idosas dependem de cuidados desenvolvidos por familiares ou outros cuidadores. Em vista disto, considera-se estratégico a capacitação dos cuidadores, especialmente no que se refere à compreensão da doença, suas complicações, tratamento medicamentoso e mudança de estilo de vida.

Este projeto, através da capacitação de cuidadores, visa a melhorar a qualidade de vida de idosos com hipertensão.

* A parte prática será iniciada no mês de abril de 2011.

Alunos participantes:

- Mykaelle Costa

- Mônica Kallyne Portela

- Ana Carolina Linhares

- Emerson Oliveira

- Mayara Amanda

- Emanuelly Vieira

- Paula Mikaele

- Dianne Suêrda

Professores envolvidos:

Flávio Furtado de Farias

Alessandra Bezerra de Brito






Acompanhe os detalhes desse projeto, que está sendo realizado na cidade do Crato-CE, região do Cariri, no blog: Projeto Hipertensão em Idosos (http://hipertensaocratoidosos.blogspot.com/)


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Campanha do Ministério da Saúde: Sem Camisinha não dá!

CARNAVAL CHEGANDO E AÍ VAI UM ALERTA PARA OS JOVENS.....

USE CAMISINHA!!!!!

video

Postado por: Mykaelle Costa

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

UECE - Universidade Estadual do Ceará - desenvolve primeira vacina vegetal no mundo para combate ao vírus da dengue

Foi produzida por pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (Uece) a primeira vacina de origem vegetal no mundo. Segundo a professora Isabel Florindo Guedes, bioquímica responsável pela pesquisa, o processo é totalmente pioneiro: “até o momento nenhuma vacina no mundo tinha sido produzida à base de planta”, ressalta. Aliado a esse pioneirismo, a vacina busca atender uma necessidade cada vez maior da sociedade, que é o combate à dengue. Atualmente, a dengue é a arbovirose mais comum que atinge o homem, sendo responsável, segundo Organização Mundial de Saúde por cerca de 100 milhões de casos/ano em população de risco de 2,5 a 3 bilhões de seres humanos. Neste caso, a nova tecnologia, a primeira de origem vegetal, deverá combater os quatro tipos de manifestação do vírus, incluindo o hemorrágico.

O feijão de corda (Vigna unguiculata) foi o vegetal utilizado no procedimento para produção de antígenos para combater o vírus da dengue. No processo, os cientistas injetaram genes do vírus na planta, a qual desenvolveu as proteínas anticorpos capazes de gerar as defesas do organismo. A partir daí, os antígenos foram isolados, podendo então ser aplicados em forma de vacina. De acordo com os pesquisadores, uma única planta pode gerar até 50 doses de vacina. As vantagens da vacina desenvolvida pelos pesquisadores da Uece são inúmeras, dentre elas, o seu método inovador de produção, baixo custo e redução de reações alérgicas, comuns nas vacinas desenvolvidas em métodos tradicionais, que utilizam organismos vivos e vírus atenuados.

Os resultados obtidos através de testes em camundongos foram positivos; os animais passaram a produzir anticorpos protetores contra a dengue. O próximo passo é iniciar testes clínicos em seres humanos. Para Isabel Guedes, “é necessário desenvolver drogas eficientes no combate à dengue. Essa é uma preocupação mundial. Além disso, o custo de prevenção pode ser menor do que os tratamentos convencionais de pacientes infectados”, destaca.

A Uece protegeu a pesquisa por meio do seu Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), através de depósito de pedido de patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Neste momento, o NIT e a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica do Ceará (Redenit-CE) estão trabalhando na transferência desta tecnologia para o mercado, a fim de que a vacina possa ser produzida em escala industrial e beneficiar, assim, a população.

Postado por: Mykaelle Costa


Saiba mais:
Contatos: Profa. Isabel Guedes 3101.9822
Assessoria de Imprensa da UECE